Não foram identificadas marcas de frenagem, indicando ausência de reação do condutor da caminhonete, que veio a óbito no local.


Policiais Rodoviários Federais (PRF) atenderam acidente de trânsito ocorrido por volta das 22h30 do dia 24/11/2025, no km 147 da BR-050, no município de Uberaba-MG.
Estiveram envolvidos no acidente uma caminhonete VW Saveiro e uma Combinação de Veículos de Carga (CVC) de nove eixos, tracionada por um cavalo trator MAN com dois semirreboques Guerra.
Os dois veículos envolvidos trafegavam no sentido decrescente da BR-050 (sentido Uberaba a Uberlândia), com a CVC à frente e em menor velocidade, e a caminhonete atrás, em maior velocidade, ambos na faixa mais à direita.
Na altura do km 147, a caminhonete colidiu na traseira da CVC.
Não foram identificadas marcas de frenagem, indicando ausência de reação do condutor da caminhonete, que veio a óbito no local.
Compareceu a perícia da Polícia Civil, que removeu o corpo.
Compareceu ainda a equipe da concessionária ECO 050, que realizou a sinalização da via, a remoção dos veículos e o desencarceramento do corpo.
O condutor da CVC foi submetido a teste de etilômetro, com resultado zero.
Com informações da PRF



Imagens de câmera de prédio próximo registraram integralmente a ação criminosa

Foto: divulgação - Com informações da 5ª Região da Polícia Militar (5ª RPM)
UBERABA (MG)- Durante patrulhamento ordinário nas imediações da Concha Acústica, no centro de Uberaba (MG)esta guarnição foi acionada morador de edifício próximo ao local dos fatos, o qual informou que acabara de ocorrer um possível, homicídio nas proximidades de sua residência.
De imediato, a equipe deslocou-se até o local indicado, onde foi localizada a vítima, Eduardo Carneiro de Souza Faria, 36 anos (até então não identificada), caída ao solo em decúbito dorsal, com parte do corpo sobre a calçada, apresentando lesões cranianas profundas compatíveis com forte impacto contundente, além de grande quantidade de sangue ao redor do corpo. A vítima não apresentava sinais vitais.
O solicitante relatou que, minutos antes, encontrava-se em seu apartamento quando ouviu uma sequência de estampidos abafados (chochos), que inicialmente acreditou tratarem-se de disparos de arma de fogo. Ao dirigir-se à sacada, visualizou um indivíduo do sexo masculino, estatura média, trajando jaqueta preta com desenho nas costas e calça ou bermuda, afastando-se da vítima em direção à Praça da Concha Acústica.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) já havia sido acionado pelo próprio solicitante, comparecendo ao local e constatando oficialmente o óbito. Em avaliação preliminar, a equipe médica identificou afundamento craniano, descartando ferimento por projétil de arma de fogo. Foi a equipe do SAMU que localizou o documento da vítima em seu bolso, possibilitando sua identificação.
Diante dos fatos, a área foi devidamente isolada, sendo acionada a Perícia Técnica da Polícia Civil. Compareceu ao local a perita Roberta Fidelis Pimenta, que realizou os procedimentos de praxe: registros fotográficos, coleta de vestígios e reiterou a inexistência de lesões por arma de fogo.
A guarnição permaneceu no local para preservação da cena do crime. Após os trabalhos periciais, o corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML).
Em continuidade às ações, por intermédio de moradores do condomínio, esta guarnição obteve contato com a empresa responsável pelo sistema de monitoramento por câmeras do edifício, a qual disponibilizou as imagens que registraram integralmente a ação criminosa.
Nas gravações, observa-se o autor manuseando uma caçamba de lixo quando a vítima se aproxima. Ambos trocam cumprimentos e, logo em seguida, iniciam uma discussão. O autor, que estava de posse de um objeto aparentemente constituído por um pedaço de madeira, desfere um golpe contundente contra a cabeça da vítima, que cai imediatamente ao solo. Em ato contínuo, o autor aplica aproximadamente oito novos golpes contra a vítima já caída, cessando a agressão somente após concluí-la. Em seguida, o autor evadiu-se do local, tomando rumo à Praça da Concha Acústica, aparentemente sem portar o objeto utilizado no crime.
Ainda pelas imagens, verifica-se que as características do autor assemelham-se às de um indivíduo conhecido pela alcunha “Neguinho”, frequentemente visto dormindo nas imediações da Praça da Concha Acústica. A
As imagens obtidas foram encaminhadas à Polícia para fins de investigação e demais providências cabíveis.
Os pertences da vítima, localizados em seus bolsos, foram conferidos e entregues a um amigo e vizinho,devidamente identificado, que compareceu ao local, conforme autorização e acompanhamento desta guarnição.
Seguem os rastreamentos com o intuito de localizar e prender o autor.
A casa no Bairro Alto Umuarama em Uberlândia funcionava como ponto de armazenamento, preparo e distribuição de drogas.
UBERLÂNDIA (MG)- Ao socorrerem homem baleado, militares desconfiaram e chegaram a ponto de distribuição onde encontraram mais de mil barras de maconha e materiais do tráfico
Na segunda-feira (24/11), uma equipe do 32º Batalhão de Polícia Militar de Uberlândia foi acionada para averiguar a ocorrência de um indivíduo ferido por disparo de arma de fogo na porta de uma residência na Rua Coronel Branco, bairro Alto Umuarama.
No atendimento inicial, a guarnição prestou socorro imediato à vítima, conduzindo-a ao hospital.
Durante a verificação do local, os militares constataram vestígios que contradiziam a versão apresentada pelo ferido, além de intenso odor de substância entorpecente vindo do interior do imóvel.
Diante de indícios de flagrante delito e da possibilidade de haver outras vítimas, as equipes ingressaram na residência, onde identificaram que o local uncionava como ponto de armazenamento, preparo e distribuição de drogas.
Foram apreendidos:
O suspeito, de 48 anos, foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Após receber alta médica, ele foi encaminhado à Delegacia de Plantão para as demais providências, juntamente com o material apreendido.

Jogue com responsabilidade

O clássico mineiro entre Atlético e Cruzeiro não se limita aos gramados, ele é um embate de orgulho, história e emoção à flor da pele. Para o apostador, essa carga emocional é o fator mais previsível do jogo, e é o motor principal do mercado de cartões. Ignorar a intensidade dessa rivalidade é o primeiro passo para perder valor em um dos mercados mais lucrativos dos grandes jogos. Para ficar por dentro de tudo no mundo das apostas, acesse palpites de futebol gratuitos e receba dicas de profissionais deste mercado.
A regra fundamental aqui é entender que a rivalidade cria um ambiente onde a média de cartões sobe de forma exponencial, superando a tendência estatística normal de ambas as equipes. O Cruzeiro, mesmo com sua vocação tática para a defesa e a organização, e o Atlético, focado no ataque e no volume, tendem a abandonar parte de seu plano de jogo para entrar na disputa física e emocional. O confronto direto pela bola, a disputa incessante por cada centímetro do campo e a provocação inerente ao clássico garantem que o jogo será picotado.
O melhor mercado para explorar essa rivalidade é o de Total de Cartões Acima da Média ou o Total de Pontos de Cartões, uma métrica que geralmente atribui 10 pontos para amarelo e 25 pontos para vermelho. Quando o clássico é jogado no Mineirão ou na Arena MRV, com a pressão máxima da torcida, o risco de cartões disparar é altíssimo. O apostador deve sempre considerar a linha de Over Cartões que é oferecida e compará-la não com a média das últimas partidas das equipes, mas sim com a média histórica dos clássicos. Esse é um jogo onde a história pesa mais do que a estatística recente, pois os jogadores trazem para o campo a carga emocional das arquibancadas.
É crucial analisar a atuação do árbitro escalado para o clássico. Um árbitro com histórico de ser mais permissivo pode tentar segurar o jogo no início, permitindo mais contato físico, mas a pressão dos jogadores, o banco de reservas e o ritmo intenso acabam forçando-o a sacar os cartões mais cedo do que gostaria. Por outro lado, um juiz rigoroso tende a punir as primeiras faltas mais ríspidas com amarelo, estabelecendo um padrão de rigidez que mantém a contagem alta durante os noventa minutos. O apostador deve checar o histórico de cartões do árbitro em seus últimos cinco jogos importantes e, se ele for conhecido pela rigidez, a aposta em Over Cartões ganha ainda mais força. A tendência de expulsão também aumenta consideravelmente em clássicos, tornando a aposta em Mais de 0.5 Cartão Vermelho uma opção de alto valor.
Dentro do mercado de cartões, a aposta em Jogador para Receber Cartão é um nicho de alto valor. Os alvos são os laterais e os volantes com histórico de faltas táticas ou excesso de combatividade. No Atlético, jogadores que atuam nas pontas e voltam para ajudar na marcação contra meias rápidos do Cruzeiro são candidatos fortes. Do lado do Cruzeiro, volantes que cometem faltas para matar contra-ataques rápidos do Galo são as peças chave. O apostador deve buscar o matchup individual: quem é o lateral do Atlético que enfrentará o ponta mais rápido do Cruzeiro? O duelo direto desses jogadores aumenta a probabilidade de um cartão. Além disso, os centroavantes que se envolvem em discussões ou os zagueiros com histórico de reclamação excessiva são alvos secundários, mas rentáveis.
A necessidade de vitória de um dos times também amplifica o mercado de cartões. Se o Atlético estiver pressionado pela tabela e precisar desesperadamente da vitória, a frustração de não conseguir abrir o placar nos primeiros trinta minutos pode levar a faltas mais duras e, consequentemente, a advertências. A mesma lógica se aplica ao Cruzeiro. O time que está perdendo no segundo tempo e precisa buscar o empate se expõe mais taticamente, o que leva a faltas de último recurso no meio-campo para evitar um contra-ataque. A aposta no cartão do volante do time que está perdendo a partir dos 70 minutos é uma estratégia com alto índice de acerto.
A rivalidade entre Atlético e Cruzeiro transforma o jogo de futebol em uma guerra de nervos. Para o apostador, esse conflito emocional é um presente. É um dos poucos momentos onde o fator humano e a paixão superam a frieza dos números, garantindo que o mercado de cartões será sempre um dos mais ativos e lucrativos.
Deslocamento lento contará com seis paradas e escolta da Polícia Rodoviária Federal

Fonte e foto: Way-262
A Way-262 informa que uma carreta com 123 metros de comprimento, transportando uma peça industrial e conjunto de 636,5 toneladas e 5,7m de altura, passará pela BR-262, no acesso vindo da MG-170 (trevo de Moema), a caminho de Edealina (GO), no dia 25/11/2025. O deslocamento é lento, com velocidade reduzida e paradas técnicas programadas, para garantir a segurança de todos.
Trajeto e operação
A carga saiu da BR-381 (Fernão Dias) em 9/10 e segue por BR-354 e MG-170 até acessar a BR-262. O transporte é feito pela empresa Cruz de Malta e terá acompanhamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF) ao longo de todo o trecho sob nossa gestão. A previsão de chegada ao destino é no início de janeiro de 2026, podendo haver ajustes conforme as condições de rota.
O que o usuário vai encontrar
Orientações de segurança
Pedimos compreensão pelos transtornos. As medidas são necessárias para proteger vidas e permitir a passagem segura da carga especial.
Canal do usuário (24h): 0800 262 0262
Motorista da carreta permaneceu no local e colaborou com as autoridades.

NOVA SERRANA (MG) – Um grave acidente registrado na tarde desta segunda-feira, 24/11, na BR-262, km 448, próximo ao povoado de Novaes, resultou na morte de um adolescente de 16 anos.
Segundo informações colhidas no local, o jovem, morador do povoado de Novaes, entrou na rodovia e foi atingido por uma carreta com placas de Formiga (MG).
O motorista do veículo, um homem de 45 anos, não sofreu ferimentos e permaneceu no local até a chegada das autoridades.
Equipes de resgate constataram o óbito da vítima ainda no local.
Após os procedimentos periciais, o corpo foi removido para o IML de Nova Serrana.
A Polícia Rodoviária Federal iniciou os levantamentos para apurar as causas do acidente.
O trânsito permaneceu interditado por aproximadamente seis horas, até a conclusão do trabalho pericial.
O fato aconteceu em Brumadinho.


Com informações, fotos e vídeo do Corpo de Bombeiros
BRUMADINHO (MG) – Os militares do Corpo de Bombeiros e a PM Mamb foram acionados na manhã desta segunda-feira, 24/11, por volta das 7h30min, para uma ocorrência meio que inusitada, onde um lobo tentou entrar no galinheiro e acabou ficando preso na tela da fazenda Perobas, em Brumadinho.
Segundo os bombeiros, o lobo, seguindo o instinto animal, tentou entrar em um galinheiro para, possivelmente, saciar a fome, na zona rural de Brumadinho, onde o mamífero acabou ficando preso à tela.
Os bombeiros do Pelotão de Juatuba foram acionados para salvar o animal.
O lobo estava vivo, mas demonstrava cansaço, pois ficou algum tempo se debatendo para se desvencilhar da tela. Os militares conseguiram soltar o lobo e, posteriormente, repassaram o mamífero para a Polícia Militar Ambiental.
O lobo foi entregue no Centro de Triagem de Animais Silvestres.
Com informações do 15º BPMG

Patos de Minas (MG) - Na tarde deste domingo, 23 de novembro, a Polícia Militar prendeu um homem de 27 anos após denúncia de agressão contra sua companheira e ameaças a moradores, no bairro Jardim Quebec, em Patos de Minas.
A equipe policial foi enviada ao local após receber informação de que um indivíduo estaria em via pública portando uma faca e ameaçando pessoas, além de ter agredido sua companheira, uma mulher de 36 anos. Ao chegarem ao endereço indicado, os militares avistaram o suspeito, que fugiu para uma área de mata próxima, dificultando a perseguição.
A vítima relatou que o autor chegou à residência embriagado, passou a gritar, proferir xingamentos e, após receber um prato de comida, arremessou-o ao chão. Em seguida, tentou agredi-la com um cabo de rodo, que se quebrou ao atingir a parede, e ainda desferiu um soco em seu braço. A mulher conseguiu fugir e acionou a Polícia Militar.
Durante as diligências complementares, houve informações de que o autor mantinha um pé de maconha em casa. Com autorização da vítima, a equipe policial localizou a planta no quintal da residência. Em continuidade à operação, os militares realizaram diligências nas proximidades e localizaram o autor escondido no banheiro de um estabelecimento comercial, onde foi preso em flagrante.
Após a prisão, a equipe deslocou-se à residência rural do pai do autor, um homem de 60 anos. No local, foram encontrados mais quatro pés de maconha próximos à horta. O familiar relatou que, por diversas vezes, encontrou plantas de maconha plantadas pelo autor em sua propriedade rural e que as arrancava ao perceber.
O autor assumiu a propriedade das plantas, afirmando que seriam utilizadas para consumo próprio.
Diante das evidências, ele foi preso e encaminhado à Delegacia de Plantão, juntamente com o material apreendido, para as demais providências legais.
Durante o deslocamento à delegacia, ele passou a ameaçar a vítima, afirmando que "isso não ficaria assim" e que pretendia agredi-la e incendiar a residência quando fosse liberado.
Decisão destacou o Protocolo com Perspectiva Racial do CNJ para julgamento desse tipo de processo

Câmara Criminal do TJMG manteve sentença de comarca do Sul do Estado (Crédito: Google Gemini / Imagem Ilustrativa)
A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve sentença de uma comarca do Sul do Estado que condenou uma mulher a um ano de prisão, em regime aberto, por injúria racial. A decisão, que deu parcial provimento para questões sobre custas processuais, confirmou que a pena será substituída pelo pagamento de um salário mínimo.
O voto da relatora do caso, desembargadora Daniela Villani Bonaccorsi Rodrigues, ressaltou a importância do Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A magistrada destacou a necessidade de um “olhar cuidadoso ante as especificidades e barreiras enfrentadas” pela população negra durante a instrução criminal, e que, em delitos como o de injúria, que “não deixa vestígios físicos”, as palavras das vítimas ganham “especial relevância”.
O crime, ocorrido em outubro de 2022, foi registrado durante uma discussão entre a ré e duas vítimas: um casal que alugava a casa da mãe da denunciada. A mulher queria tirar satisfações por conta de um pé de tomates arrancado pela vítima. Os inquilinos reclamaram de um problema na fossa, o que provocou uma troca de acusações. Durante a briga, a ré teria ofendido o casal com palavras referentes à cor da pele e religião de matriz africana, além de destacar o fato de ser branca.
Em 1ª Instância, ao ouvir os envolvidos e testemunhas, o juízo decidiu pela condenação da ré a um ano de reclusão e ao pagamento de 10 dias-multa. Diante disso, ela recorreu.
A desembargadora Daniela Villani Bonaccorsi Rodrigues destacou que as expressões utilizadas como ofensas “indicam que a apelante concebeu, naquele momento, que a cor da pele, assim como a religião os tornavam inferiores, não devendo, portanto, tal atitude ser considerada atípica”.
“Ao meu juízo, houve clara vontade por parte da acusada em proferir palavras injuriosas, com o objetivo de menosprezá-las, ofendendo diretamente as suas honras com base em sua raça, cor e religião. Isto posto, reputo que a condenação aplicada deve ser mantida, pois, cometida no contexto acima exposto, acarretando evidente constrangimento aos ofendidos.”
A versão da ré, que negou em juízo as ofensas, foi considerada “isolada, sem exposição de evidências”.
A desembargadora Beatriz Pinheiro Caires e o desembargador Nelson Missias de Morais acompanharam o voto da relatora.
Fonte: Dircom/ TJMG