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15 de Janeiro de 2021 às 18:47

Produção agropecuária de 2020 alcança R$ 871 bilhões

É a maior da série histórica desde 1989

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Fonte: Agência Brasil Edição: Graça Adjuto © CNA/Wenderson Araujo/Trilux

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020 alcançou R$ 871,3 bilhões, tornando-se o maior da série histórica desde 1989. O crescimento real foi de 17%. O segundo melhor resultado ocorreu em 2015, com R$ 759,6 bilhões. Os dados já incluem as estatísticas de dezembro do ano passado.

As lavouras tiveram faturamento de R$ 580,5 bilhões, alta de 22,2%, e a pecuária, de R$ 290,8 bilhões, incremento de 7,9%. De acordo com nota técnica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os produtos que mais contribuíram para o resultado foram o milho, com crescimento real de 26,2%, a soja, com 42,8%, a carne bovina, com 15,6%, e a carne suína, com 23,7%.

O faturamento da soja, do milho e da carne bovina foi de R$ 243,7 bilhões, R$ 99,5 bilhões e R$ 126,3 bilhões, respectivamente. Destaca-se ainda a contribuição positiva da produção de ovos em 2020.

Segundo a pasta, as variáveis determinantes para os resultados estão relacionadas aos preços dos produtos no mercado interno, às exportações favoráveis para grãos e carnes e à produção da safra de 2020.

Produção

As primeiras estimativas para 2021 indicam crescimento do VBP de 10,1% (R$ 959 bilhões). Os principais destaques são arroz (17,3%), batata inglesa (22,1%), cacau (14,7%), mandioca (10,9%), milho (17,7%) e soja (24,4%). Há ainda boas expectativas para a pecuária, em especial bovinos, suínos, frangos e leite.

O ranking dos principais produtos em 2021 aponta para a soja, o milho, café e algodão, responsáveis por 82,6% do faturamento esperado para as lavouras.

Na pecuária, bovinos, frangos e leite devem liderar os resultados do VBP, com participação de 85,9% no faturamento.

A lista dos estados campeões na agropecuária deve permanecer com Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

VBP 

O Valor Bruto da Produção Agropecuária mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. É calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getulio Vargas. A periodicidade é mensal, com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

 

15 de Janeiro de 2021 às 18:44

Vacina da Oxford-Fiocruz é segura, afirma CTNBio

Anvisa deve decidir neste domingo uso emergencial do imunizante

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Fonte: Agência Brasil Edição: Nádia Franco foto: © REUTERS/Dado Ruvic/Direitos Reservados

A Comissão Técnica Nacional em Biossegurança (CTNBio), do Ministério da Ciência e Tecnologia, afirmou hoje (15) que a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é segura. Por lei, cabe ao colegiado emitir parecer sobre a segurança de organismos geneticamente modificados (OGMs), como é o caso do imunizante.

A avaliação é uma etapa protocolar e não diz respeito ao uso e liberação comercial da vacina.

Pela legislação, nesse caso específico, a decisão sobre o uso comercial cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), cuja diretoria colegiada reúne-se no próximo domingo (17) para deliberar sobre a liberação do uso emergencial do imunizante.

A Lei de Biossegurança diz que cabe à CTNBio prestar apoio técnico consultivo ao governo federal em questões de biossegurança. Entre outras funções, o colegiado analisa estudos com OGMs no Brasil, que podem ser plantas transgênicas, vacinas (tanto para humanos quanto para animais), células humanas ou micro-organismos.

Os pareceres técnicos são encaminhados a diferentes órgãos, como a Anvisa, ministérios da Agricultura, Pecuária e Pesca e do Meio Ambiente, ente outros, sempre que houver uso de um OGM.

No caso da vacina de Oxford, usa-se a tecnologia conhecida como vetor viral geneticamente modificado, que utiliza um vírus de resfriado retirado de um chimpanzé, em uma versão enfraquecida de um adenovírus. A esse adenovírus é adicionado o material genético da proteína spike do novo coronavírus (SARS-CoV-2) , induzindo à formação de anticorpos.

“Nós não fazemos o registro do produto, que é atribuição exclusiva da Anvisa. Fazemos uma avaliação, remetemos o parecer para a Anvisa, e a Anvisa acresce isso ao processo dela”, explicou o presidente da CTNBio, Paulo Barroso, durante a entrevista coletiva em que foi apresentada a avaliação do colegiado.

Barroso disse que o colegiado analisou somente a segurança do OGM utilizado na vacina para uso em larga escala na população e ressaltou que a decisão não diz respeito à liberação comercial da vacina.

“Este [liberação comercial] é o nome que ficou na lei, e este nome não é muito adequado. O adequado é: fizemos uma avaliação de segurança e consideramos a vacina adequada, sob o ponto de vista de segurança, para o uso em larga escala na população”, afirmou Barroso.

Questões de importação, distribuição, venda não são “da seara” da CTNBio, disse o presidente do colegiado. “A gente avalia se o transgênico é bom ou ruim, sob o ponto de vista de segurança. O resto é a Anvisa.”

15 de Janeiro de 2021 às 18:41

CFM diz que vacina possibilita redução do número de casos de covid-19

Conselho pede ao governo uma campanha ampla de vacinação

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Fonte: Agência Brasil Edição: Valéria Aguiar foto: © Pool/Reuters/direitos reservados

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou uma nota na qual, além de se manifestar favorável à vacinação contra o covid-19, “clama às autoridades a adoção de uma ampla campanha de vacinação”, que permitirá ao país “lograr êxito em sua cruzada” contra a pandemia.

A manifestação se dá após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter dado o aval positivo em relação à segurança e à eficácia dos imunizantes. De acordo com o CFM, “os resultados divulgados apontam taxas de eficácia que tornam possível a redução do número de casos de covid-19 de maneira geral e, em particular, em relação às formas graves da doença”, informou por meio de nota.

“A imunização de grande parcela da população é fundamental para que haja redução significativa da circulação do vírus e, consequentemente, da transmissão. Assim, espera-se controlar o avanço da pandemia e permitir a retomada plena das atividades econômicas e das relações em sociedade, tão logo grande parte da população esteja vacinada”, complementa do conselho.

O CFM ressaltou ser necessário respeitar as decisões tomadas pela Anvisa no que se refere à aprovação emergencial ou definitiva das vacinas, e com relação à transparência nos processos decisórios, bem como de monitoramento e fiscalização no período pós-vacinação. Pede, ainda, a valorização do Programa Nacional de Imunização.

 

15 de Janeiro de 2021 às 15:53

Nota de falecimento PATOS DE MINAS: Sra. Orlendina Gonçalves Antunes (Dona Diva) aos 89 anos.

Saiba detalhes do funeral

Faleceu no dia 15/01/2021 em Patos de Minas – MG -Sra. Orlendina Gonçalves Antunes (Dona Diva) aos 89 anos. 

Deixa os filhos: Paulinho, Ivan, Heli, Maria Helena, lolanda, Vilmar e Idelma.

Diexa os genros, noras, netas, bisnetos e demais parentes e amigos.

Cerimonial será realizado das 11h00min, as 15h00min, será restrito Conforme Decreto Municipal, no Velório Príncipe da Paz, rua Ouro Preto, 798 B. Várzea e será sepultada no Cemitério Santa Cruz.em Patos de Minas dia 15/01/2021 Sexta-Feira as 15h00min.

Informa a Funerária São Pedro e Velório Príncipe da Paz.

Site: www.grupofsp.com.br

15 de Janeiro de 2021 às 15:26

154 mortes e quase 10 mil contaminados por Covid em Minas nas últimas 24 horas

Confira também cidade por cidade

Até o momento foram 628.966 casos confirmados, sendo 9.120 nas últimas 24 horas 

Estão em acompanhamento 57.969 casos e são 557.815 casos recuperados.

Estão confirmados 13.182 óbitos, sendo 154 nas últimas 24 horas.

 

15 de Janeiro de 2021 às 15:13

Óbitos em Cartórios apontam 2020 como o ano mais mortal da história do Brasil

Média anual de crescimento de registros de óbitos passou de 1,9% ao ano para 8,3% em 2020. Mortes em domicílio dispararam e aumentaram 22,2% no Brasil

A pandemia causada pelo novo coronavírus, que atingiu em cheio o Brasil e já causou a morte de mais de 200 mil pessoas, transformou 2020 no ano mais mortal da história do País. Desde o início da série histórica das Estatísticas Vitais de óbitos do Registro Civil, em 1999, nunca morreram tantos brasileiros em um só ano, e nunca houve uma variação anual de óbitos tão grande como a ocorrida na comparação entre 2019 e 2020.

Segundo os dados do Portal da Transparência https://transparencia.registrocivil.org.br/inicio, plataforma administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), os óbitos registrados por todos os Cartórios do País em 2020 totalizaram 1.443.405 milhão, 8.3% a mais que no ano anterior, superando a média histórica de variação anual de mortes no Brasil que era, até 2019, de 1,9% ao ano.

O número de óbitos registrados em 2020 pode aumentar ainda mais, assim como a variação da média anual, uma vez que os prazos para registros chegam a prever um intervalo de até 15 dias entre o falecimento e o lançamento do registro no Portal da Transparência. Além disso, alguns Estados brasileiros expandiram o prazo legal para registro de óbito em razão da situação de emergência causada pela COVID-19.

A pandemia trouxe também reflexo em outras doenças que registraram aumento considerável na variação entre os anos de 2019 e 2020. Foi o caso das mortes causadas por doenças respiratórias, que cresceram 34,9% na comparação entre os anos, passando de 442.266 para 596.678. Entre as doenças deste tipo, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) explodiu, registrando crescimento de 998,4%, seguida pelas de Causas Indeterminadas, que registraram aumento de 33,4%.

Já entre os óbitos causados por doenças cardíacas, muitas vezes relacionadas à COVID-19, a comparação entre 2019 e 2020 aponta um aumento de 5,1%, passando de 270.203 para 284.117. Dentre às doenças do coração, o registro que apontou maior crescimento foi o de falecimentos por Causas Cardiovasculares Inespecíficas, que cresceu 28,8% entre os anos, sendo que o aumento dos óbitos em domicílio é uma das explicações para o diagnóstico inespecífico das mortes causadas por doenças do coração.

Mortes em Casa disparam

O receio das pessoas frequentarem hospitais ou mesmo realizarem tratamentos de rotina durante a pandemia, assim como a falta de leitos em momentos críticos da COVID-19 no Brasil, fez com que o número de mortes em domicílio disparasse no Brasil quando se comparam os anos de 2019 e de 2020, registrando um aumento de 22,2%.

As mortes por Causas Respiratórias fora de hospitais cresceram 26,9%, sendo que novamente a SRAG foi a que registrou a maior variação, 710%. Também cresceram os óbitos por Insuficiência Respiratória (5,9%), Septicemia (28,8%), e Causas Indeterminadas (38,7%). Os registros de óbitos, feitos com base nos atestados de óbitos assinados pelos médicos, apontam que 9.311 brasileiros morreram de COVID-19 em suas casas.

Os óbitos por Causas Cardíacas fora de hospitais também dispararam em 2020, com registro de aumento de 26,9% na comparação com o ano anterior. Neste tipo de doença, o maior aumento se deu nas chamadas Causas Cardiovasculares Inespecíficas (67,8%), muito em razão de o falecimento ocorrer sem assistência médica, dificultando a qualificação da doença. Também cresceram os óbitos em casa por Acidente Vascular Cerebral (AVC), aumento de 26,3%, e Infartos, que cresceram 3,2%.

"O Portal da Transparência, abastecido diariamente por informações de nascimentos, casamentos e óbitos de Cartórios de todo o País, tem sido um canal de muita importância para que governos, médicos, pesquisadores e a sociedade em geral possam acompanhar em tempo real as informações sobre os dados vitais da população, ainda mais em um momento de intensa crise de saúde pública como a que vivemos atualmente", explica Luis Carlos Vendramin Júnior, vice-presidente da Arpen-Brasil.

Prazos do Registro

Mesmo a plataforma sendo um retrato fidedigno de todos os óbitos registrados pelos Cartórios de Registro Civil do país, os prazos legais para a realização do registro e para seu posterior envio à Central de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), regulamentada pelo Provimento nº 46 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), podem fazer com que os números sejam ainda maiores.

Isto por que a Lei Federal 6.015/73 prevê um prazo para registro de até 24 horas do falecimento, podendo ser expandido para até 15 dias em alguns casos. Durante a pandemia, normas excepcionais em alguns Estados expandiram ainda mais este prazo. A Lei 6.015/73 prevê um prazo de até cinco dias para a lavratura do registro de óbito, enquanto a norma do CNJ prevê que os cartórios devam enviar seus registros à Central Nacional em até oito dias após a efetuação do óbito.

A COVID-19 é uma doença altamente contagiosa que já deixou quase 2 milhões de mortos no mundo. A primeira morte em decorrência da infecção pelo novo coronavírus foi registrada no Brasil no dia 16 de março. Entre seus sintomas, estão tosse seca, coriza, dor no corpo e febre - todos muito semelhantes aos apresentados em casos de gripes e resfriados. Mais de 200 mil pessoas já faleceram no Brasil vítimas da doença.

Sobre a Arpen-Brasil

Fundada em setembro de 1993, a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) representa a classe dos Oficiais de Registro Civil de todo o país, que atendem a população em todos os estados brasileiros, realizando os principais atos da vida civil de uma pessoa: o registro de nascimento, o casamento e o óbito.

Assessoria de Imprensa da Arpen-Brasil Assessores de Comunicação: Alexandre Lacerda, Deborah Vasconcelos e Bruna Martins foto:Reprodução

15 de Janeiro de 2021 às 11:31

Ministério Público Federal aciona Justiça por adiamento do Enem em Minas

Órgão pediu a remarcação das provas até que haja condições adequadas para a sua realização

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Fonte: Estado de Minas foto: Divlgação

O Ministério Público Federal (MPF) acionou a Justiça, nesta quinta-feira (14/01), para pedir o adiamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) no estado de Minas Gerais, que estão previstas para acontecer nos dias 17 e 24 de janeiro. O órgão quer que as atividades sejam aplicadas quando houver condições adequadas para a sua realização.

A ação foi ingressada na Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) contra a União e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Nela, os representantes do MPF manifestaram insegurança quanto à realização do Enem em meio ao aumento de casos e mortes por COVID-19 no Brasil e em Minas Gerais nas últimas semanas. Para o órgão, não há um plano concreto para execução de protocolos de segurança a serem adotados nos dias das provas.

Como um dos argumentos, o MPF citou o decreto da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) que fechou o comércio não-essencial na capital mineira desde a última segunda-feira (11/01). O órgão destacou os números elevados da ocupação de leitos de terapia intensiva na cidade.

“De fato, a taxa de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com COVID-19 tem batido recordes consecutivos em Belo Horizonte, alcançando, no dia 12/01/2021, o índice de 86,2%, conforme Boletim Epidemiológico divulgado pela Prefeitura, nível que configura ‘alerta vermelho’, segundo os parâmetros estabelecidos pela municipalidade. Para efeito de comparação, o percentual de uso na terapia intensiva era de 44% no início de dezembro”, afirmou o MPF.

Estado em alerta

O MPF também lembrou que Minas Gerais, em 22 de dezembro, indicou a interrupção das cirurgias eletivas não essenciais em hospitais, clínicas e locais da rede pública estadual e da rede privada contratada com o Sistema Único de Saúde (SUS) das macrorregiões de Saúde Centro, Jequitinhonha, Leste, Leste do Sul, Nordeste e Sudeste, de forma a garantir o atendimento de pacientes com COVID-19.

A ação também cita o boletim epidemiológico divulgado pelo estado nesta quinta-feira, que mostra que mais de 13 mil pessoas já morreram por coronavírus em Minas, sendo 134 registros de falecimentos nas últimas 24 horas. O número representa um aumento de 4,4% na estatística de vidas perdidas nos últimos sete dias. A alta de casos confirmados também foi lembrada pelo MPF como justificativa.

“O que se percebe é que, enquanto os Poderes Executivos estadual e municipal têm adotado medidas restritivas visando ao enfrentamento do agravamento da situação da pandemia em Minas Gerais, a realização de um processo seletivo que vai reunir milhares de pessoas em ambientes fechados vai em sentido contrário a todos os esforços empreendidos”, disse o procurador da República Helder Magno da Silva.
Risco real

O MPF utilizou uma ferramenta desenvolvida por José Luis Jiménez, especialista em química e dinâmica de partículas no ar da Universidade do Colorado/EUA, para tirar como base o risco que os alunos correm. Numa simulação em ambiente fechado com seis pessoas, mesmo se todas elas utilizarem máscaras, há o risco de quatro infecções caso a exposição seja prolongada, uma vez que o tempo de permanência nas salas de aula é de cerca de 5h30min.

“Veja-se, portanto, o risco a que estarão expostos tanto os candidatos quanto os colaboradores (aplicadores, fiscais de sala, etc.) e, indiretamente, suas famílias e a sociedade brasileira como um todo, ainda mais em um momento de crescimento exponencial dos casos. A realização do Enem nas atuais condições representa verdadeiro perigo à saúde pública e à incolumidade física dos envolvidos”, alertou Helder.

Segundo a ação, “além de representar maior circulação do vírus pelas cidades e a exposição dos estudantes ao risco de infecção, a insistência na aplicação das provas em janeiro é uma medida ilícita, pois coloca os estudantes e suas famílias em risco aumentado e contribui para a sobrecarga e o colapso do já insuficiente sistema de saúde”, não se devendo cogitar outra medida que não seja o adiamento das provas presenciais, “medida de inegável humanidade, fundamental para garantir, também, o acesso igualitário ao ensino superior”.

Isso porque, lembra o MPF, “o intento do Ministério da Educação e do INEP acaba por tolher o pleno acesso dos examinandos ao ensino superior, tendo em vista que muitos irão se privar de participar do ENEM, por receio de se contaminarem e contaminar suas famílias”.
Inep

Também nesta quinta-feira, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, disse que não há previsão de adiamento da aplicação do Enem em nenhum município, nem mesmo em Manaus, que vive uma crise no sistema de saúde por causa da COVID-19.

“A situação do Amazonas é diferenciada. Durante a semana entramos em contato com o governador e outras autoridades. O diálogo é aberto. Um bom ambiente de discussão para chegarmos a uma solução”, disse Lopes à Agência Brasil.

Alexandre Lopes também informou que o Inep vai recorrer de eventuais decisões judiciais contrárias à prova. O presidente do órgão disse que, em caso de adiamento, o risco de algum município ficar sem a aplicação da prova referente à 2020 é grande.

“Não podemos assegurar isso a todas cidades. Se as autoridades proibirem a realização das provas, não poderemos assegurar que vai conseguir aplicar a prova em outras datas. E se não for possível fazer a reaplicação, [os candidatos] vão perder o Enem 2020. Só vão poder fazer o Enem 2021”, concluiu, referindo-se às várias etapas de impressão e logística necessárias para a realização do Enem.

15 de Janeiro de 2021 às 11:23

Nascidos em julho podem sacar auxílio emergencial a partir de hoje

Serão beneficiadas 3,4 milhões de pessoas

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Fonte: Agência Brasil Edição: Graça Adjuto  Foto: Marcello Casal

Cerca de 3,4 milhões de beneficiários do auxílio emergencial e do auxílio emergencial extensão nascidos em julho poderão sacar a última parcela do benefício a partir desta sexta-feira 15/11. Eles poderão sacar ou transferir os recursos da conta poupança social digital. Foram creditados cerca de R$ 2,4 bilhões para esse público nos ciclos 5 e 6 de pagamentos.

Desse total, cerca R$ 2,2 bilhões são referentes às parcelas do auxílio emergencial extensão e o restante, cerca de R$ 200 milhões, às parcelas do auxílio emergencial.

O dinheiro havia sido depositado na conta poupança digital em 2 de dezembro para os beneficiários do ciclo 5 e em 21 de dezembro para os beneficiários do ciclo 6. Até agora, os recursos podiam ser movimentados apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de boletos, de contas de água, luz e telefone, compras com o cartão virtual de débito pela internet e compras em estabelecimentos parceiros por meio de maquininhas com código QR (versão avançada do código de barras).

Para realizar o saque em espécie, é necessário fazer o login no Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. O código deve ser utilizado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Os saques em dinheiro podem ser feitos nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou nas agências.

 

15 de Janeiro de 2021 às 11:19

Jovem são presos com pistola e drogas em Uberlândia

A PM ao verificar a arma, constatou que a mesma foi furtada no dia 05/01/21 na cidade de Monte Carmelo.

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UBERLÂNDIA (MG) - No início da noite desta quinta-feira, 14j/01/21, por volta das 17h23min, no cruzamento da rua Izaú Rangel Mendonça com rua João Furlaneto, bairro Santa Mônica, a Polícia Militar durante patrulhamento, foi abordada por um transeunte que relatou que no local do fato, teriam dois homens parados em atitude suspeita, haja vista não eram moradores daquelas proximidades.

A guarnição foi ao endereço e ao chegar deparou com os dois suspeitos, que ao visualizarem as motos patrulha, saíram correndo.

Os dois suspeitos foram alcançados e abordados.

Os militares após buscas no jovem de 22 anos encontraram dois tabletes pequenos de maconha e um aparelho celular Motorola cor azul. Com o abordado de 23 anos localizaram um telefone celular, R$ 60,00 e na cintura uma pistola, calibre 9mm.

Ao ser verificado, constatou-se que a arma foi furtada no dia 05/01/21 na cidade de Monte Carmelo.

O suspeito ao ser perguntado sobre onde adquiriu a arma e o que fazia no local, o jovem de 23 anos permaneceu calado.

O suspeito de 22 anos disse que vende drogas e que onde mora havia mais drogas, que são vendidas, por ele, na praça Tubal Vilela, praça da Bicota, praça Clarimundo Carneiro e adjacências.

Os policiais após realizarem diligencias nas residências dos jovens aprenderam 93 pedras de crack, 39 papelotes de cocaína, dois tabletes pequenos de maconha e a quantia de R$ 63,00 reais.

Os militares deram voz de prisão ao jovem de 23 anos por porte ilegal de arma e ao suspeito de 22 anos recebeu voz de prisão por tráfico de drogas.

Os dois foram encaminhados à delegacia de plantão, juntamente com os materiais apreendidos.

Com informações e foto Polícia Militar de Uberlândia