Suspeito trabalhava na prefeitura havia 17 anos e reclamava o pagamento de horas extras
O homem que atirou e matou o candidato a prefeito de Itumbiara (GO), José Gomes da Rocha (PTB), e o cabo da Polícia Militar Vanilson João Pereira, durante a carreata do candidato, na quarta-feira (28) havia processado a prefeitura numa ação trabalhista. Gilberto Ferreira do Amaral, autor dos disparos que atingiram também o vice-governador de Goiás, José Elilton Junior, e o advogado da prefeitura local, Célio Resende, era funcionário da prefeitura havia 17 anos e reclamava o pagamento de horas extras no período de 2009 e 2013. Nesse período, José Gomes era prefeito da cidade e teria se negado a fazer acordo para encerrar a ação trabalhista.
A prefeitura acabou perdendo a ação e foi condenada a pagar cerca de R$ 12 mil, mas vinha protelando o pagamento, o que levou o Tribunal de Justiça de Goiás a bloquear as verbas do município. Amaral não estava satisfeito com o valor que iria receber. De acordo com funcionários da prefeitura, ele também reclamou pelo não recebimento por supostos serviços prestados ao ex-prefeito como motorista em campanhas políticas anteriores. Amaral foi admitido em 1998 na função de pedreiro, mas passou a trabalhar como motorista.
O Ministério Público de Goiás, que acompanha as investigações, não descarta crime político. De acordo com o promotor Clayton Korb Jarczewki, o alvo do criminoso era o ex-prefeito e as outras pessoas foram atingidas porque estavam próximas dele. Segundo ele, por ter manifestado descontentamento com a vítima, o servidor pode ter sido induzido por outras pessoas a praticar o crime. A Polícia Civil já ouviu familiares e pessoas próximas de Amaral, entre eles, um irmão e um sobrinho do atirador, mas não divulgou os depoimentos.
O assassino era considerado um homem pacífico. No passado, Amaral teve relação mais próxima com o ex-prefeito. José Gomes também foi dirigente e era apoiador do Itumbiara Esporte Clube, o principal time de futebol da cidade. O time foi campeão estadual goiano em 2008 e disputou a Copa do Brasil em 2009, jogando contra o Corinthians na partida que marcou o retorno de Ronaldo Fenômeno aos gramados brasileiros, após vários anos no futebol europeu.
Relembre o caso: VÍDEO - Candidato a Prefeito e PM são assassinados a tiros e vice-governador de Goiás e advogado da Prefeitura são baleados durante carreata em Itumbiara
Fonte:R7

Presidente transformou e criou pastas em reorganização da Esplanada após saída de Dilma
O presidente Michel Temer (PMDB) extinguiu oficialmente três ministérios, três secretarias, além da Casa Militar e da CGU (Controladoria-Geral da União). A medida faz parte da reorganização da Presidência após oimpeachment de Dilma Rousseff (PT). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (30).
Foram extintos: a Secretaria de Portos da Presidência da República; a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República; a Controladoria-Geral da União; o Ministério das Comunicações; o Ministério do Desenvolvimento Agrário; o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos; a Casa Militar da Presidência da República; e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
Por outro lado, Temer criou o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União – CGU (um substituto da extinta Controladoria-Geral da União) e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.
O peemedebista também transformou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior em Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços; o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; o Ministério do Trabalho e Previdência Social em Ministério do Trabalho; o Ministério da Justiça em Ministério da Justiça e Cidadania; o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome em Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário; o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão em Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; e o Ministério dos Transportes em Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.
Fonte:R7 Foto: Exame.com
O autor dos disparos (um Servidor Municipal) e um policial militar morreram minutos depois do atentado em tiroteio.
O ex-prefeito e candidato à prefeitura José Gomes da Rocha (PTB), o Zé Gomes (foto a esquerda), foi morto a tiros durante carreata eleitoral nesta quarta-feira (28) em Itumbiara (GO), cidade a 204 quilômetros e Goiânia, a capital.
O vice-governador de Goiás, José Eliton do PSDB (foto a direita), participava do ato e também foi baleado. O
advogado da prefeitura de Itumbiara, Célio Rezende, também foi atingido.
O crime aconteceu por volta das 18h, quando o carro que levava o candidato e o governador em exercício passava pela Avenida Modesto de Carvalho, próximo ao bairro Novo Horizonte.
O atirador era auxiliar de serviços gerais da Secretaria Municipal de Saúde de Itumbiara. No crime, ele usou uma pistola 40 mm. O cabo da Polícia Militar que morreu no tiroteio, Vanilson Rodrigues, fazia a segurança do evento (foto abaixo)
Momento em que o atirador atingiu o cabo da PM Vanilson João Pereira durante o atentado em Itumbiara, no sul de Goiás
Um vídeo enviado por um internauta ao WhatsApp do PATROCINIO ONLINE (34 9.9988-6569) mostra o momento em que o servidor público Gilberto Ferreira do Amaral, 53, disparou contra a carreata. É possível ouvir os tiros na avenida repleta de motociclistas, que acompanhavam a carreata com bandeiras.
José Eliton levou dois tiros na barriga. O vice-governador passou por uma cirurgia e não corre
risco de morte. Ele foi levado de helicóptero a Goiânia, e foi internado no Hospital de Urgências Doutor Otávio Lage de Siqueira.
Célio Rezende está foi transferido para o mesmo hospital que atende o governador em exercício.
O atirador Gilberto Ferreira do Amaral (foto a direita) era auxiliar de serviços gerais da Secretaria Municipal de Saúde de Itumbiara. No crime, ele usou uma pistola 40 mm. O cabo da Polícia Militar que morreu no tiroteio, Vanilson Rodrigues, fazia a segurança do evento.
Sobre o candidato morto
José Gomes da Rocha, o Zé Gomes, tinha 58 anos e era considerado um dos mais ricos políticos do interior goiano. Zé Gomes indicou à Justiça Eleitoral ter patrimônio de R$ 111 milhões, formado em sua maioria por fazendas.
Chamado de "Maluf de Itumbiara" por uma série de acusações, o candidato tentava voltar ao comando da prefeitura, que chefiou de 2005 a 2012. Nestas eleições, ele conseguiu montar uma coligação de 14 partidos, incluindo o PT, o PMDB e o PSDB.
De acordo com a pesquisa eleitoral mais recente, divulgada na terça-feira (27), Zé Gomes ganharia as eleições. O levantamento feito pela Dados Folha, apontava que 63,8% do eleitorado iria votar em Zé Gomes. Atrás dele está: por Álvaro Guimarães (PR), que tem 17,6% das intenções de voto e Cesinha (PDT), que tem 3%. A pesquisa foi feita entre os dias 19 e 22 de setembro, e entrevistou 500 pessoas.
Clima de incerteza
Itumbiara é uma cidade do interior de Goiás, perto da divisa com Minas Gerais. Segundo dados do IBGE, de 2013, o município tem 98.484 habitantes. Deles, 67.122 votarão nas eleições deste ano.
O candidato do PDT era apoiado pelo atual prefeito de Itumbiara, Chico Balla (PDT), que segundo o secretário de comunicação, José Ronaldo Borges, cedeu espaço da reeleição para que Zé Gomes se candidatasse. "Ele tinha uma popularidade muito forte em Itumbiara e era um líder político do grupo ao qual o prefeito também faz parte", disse.
O clima na cidade, segundo Borges, é de consternação. Por isso, ainda não foi discutido os desdobramentos das eleições. "É difícil dizer quais são os desdobramentos. O amanhã é uma incógnita."
Parte das informações são do UOL - Leia na integra - Fotos e vídeo colaboradores via WhatsApp do POL (34) 9.9988-6569
Denúncias de possíveis ligações sobre o duplo homicídio e supostas delações do casal nas investigações policiais
O duplo homicídio do casal Everson Cassiano Ribeiro, de 43 anos, e a advogada Renata Aparecida Netto, de 38 anos, registrado, na tarde desta terça-feira (27), na Rua Sebastião José Sobrinho, bairro Santa Mônica, zona leste de Uberlândia, pode estar ligado a supostas delações de uma das vítimas em investigações criminais.
Conforme o CORREIO de Uberlândia apurou, Ribeiro era delator nas operações Catira e Fideliza, desencadeada no fim do ano passado pela Polícia Federal (PF). Estas operações se desdobraram em outra investigação, a Operação Serendipe, , conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura a suposta participação de policiais civis em esquemas de corrupção.
Segundo membros do Ministério Público Estadual (MPE), o órgão recebeu, na noite desta terça-feira (27), denúncias de possíveis ligações sobre o duplo homicídio e supostas delações do casal nas investigações policiais. No entanto, o MPE informou que seria precipitado se manifestar nesse momento, sem qualquer tipo de prova na ligação dos fatos.
De acordo com a PM, as vítimas estavam em um Renault quando um outro carro, de cor prata, parou ao lado e um dos ocupantes cometeu os disparos. Ainda não se sabe quantos suspeitos estão envolvidos no crime e ninguém foi preso.
Ribeiro morreu instantes após o crime, a caminho no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU). Renata Netto chegou a dar entrada na unidade, mas morreu por volta das 18h.
O casal tinha várias passagens pelo sistema prisional. Ribeiro já havia sido preso por roubo, estelionato, receptação, entre outros crimes. A advogada estava presa em regime de prisão domiciliar, por roubo.
Fonte: Correio de Uberlândia fotos: UIPI
Eu te seguirei para onde quer que fores.
Enquanto caminhavam, um homem lhe disse: "Senhor, te seguirei para onde quer que vás”. Jesus replicou-lhe: "As raposas têm covas e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”. A outro
disse: "Segue-me”. Mas ele pediu: "Senhor, permite-me ir primeiro enterrar meu pai”. Mas Jesus disse-lhe: "Deixa que os mortos enterrem seus mortos; tu, porém, vai e anuncia o Reino de Deus”. Um outro ainda lhe falou: "Senhor, te seguirei, mas permite primeiro que me despeça dos que estão em casa”. Mas Jesus disse-lhe: "Aquele que põe a mão no arado e olha para trás não é apto para o Reino de Deus”.
Evangelho de hoje: Lc 9,57-62
Um menor de 15 anos também foi conduzido para delegacia pelo furto.
Um menor, de 13 anos, foi apreendido juntamente com outros dois adolescentes, na noite desta segunda-feira (27/09), na Rua Vírgilio de Sousa, bairro Nossa Senhora das Graças.
De acordo com informações da policia militar, o menor, de 13 anos, juntamente com um adolescente de 15 anos, foram até a distribuidora e resolveram entrar no local. Lá dentro, eles furtaram caixas com doces e chocolates.
Um garoto de apenas 10 anos que estava na praça foi chamado para ajudar a carregar os produtos. Por azar deles, uma viatura da policia militar estava passando pela rua e avistou os menores carregando uma caixa grande. Os policiais resolveram abordar o grupo.
O jovem de 13 anos, mesmo com o pé machucado, tentou fugir e acabou caindo e se feriu, sendo detido logo em seguida, juntamente com outro garoto. Um terceiro envolvido conseguiu escapar mas foi identificado.
Os menores foram encaminhados para a delegacia, um deles juntamente com a mãe. Na delegacia o menor de 15 anos contou sobre sua participação no furto.
Fonte:Patos Agora
De acordo com o Tribunal de Justiça, ação da Polícia Militar foi "necessária" diante da rebelião
A 4ª Câmara Criminal do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) anulou nesta terça-feira (27), os julgamentos dos 74 policiais militares acusados pelo massacre do Carandiru, em que 111 detentos foram mortos, em 1992.
A Justiça apreciou recurso da defesa dos policiais, que pedia a anulação do julgamento e a absolvição dos réus. O recurso foi deferido parcialmente — o julgamentos foram anulados, mas os PMs continuam réus do processo.
De acordo com o TJ-SP, a turma julgadora — composta pelos desembargadores Ivan Sartori (relator), Camilo Léllis e Edison Brandão — entendeu que a decisão dos jurados foi manifestamente contrária à prova dos autos.
Por maioria de votos, ficou decidido que os réus devem ser submetidos a novo julgamento pelo 2º Tribunal do Júri da capital. No entanto, nesse ponto, o relator Ivan Sartori ficou vencido, pois votou pela extensão da absolvição de três réus — ocorrida em 1º grau — aos demais policiais acusados, com base em jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça. O TJ explicou que, já no entendimento dos desembargadores Camilo Léllis e Edison Brandão, não cabe a extensão da absolvição, pois deve ser respeitada a soberania do júri, prevista na Constituição Federal.
Votos e Recurso
Segundo o TJ, os três desembargadores destacaram que as provas do processo evidenciaram que a ação da Polícia Militar era necessária diante da grave situação que se apresentava na Casa de Detenção e que os policiais agiram no estrito cumprimento do dever.
O desembargador Ivan Sartori destacou diversos depoimentos — de policiais, juízes corregedores, demais autoridades e uma assistente social —, que afirmaram ser a situação alarmante no Pavilhão 9, antes da entrada dos policiais. Ressaltou, ainda, que havia grande preocupação de a rebelião passar para outros pavilhões. Por isso a necessidade de ação da Polícia Militar.
O desembargador Camilo Léllis abordou a necessidade de individualização da pena. “Houve uma situação de confronto e acredito que aconteceram excessos, mas é preciso verificar quem se excedeu, quem atirou em quem. A perícia foi inconclusiva e duvidosa.” E completou: “O juiz é a última esperança de um acusado e não se pode condenar por ‘baciada’”.
Os magistrados também citaram como exemplo um dos réus que efetuou um disparo e foi condenado por mais de 70 mortes. “Como magistrado não posso aceitar uma condenação dessas”, ponderou Edison Brandão.
Ainda segundo o tribunal, como a decisão de realização de novo júri não foi unânime, cabe a interposição de recurso (embargos infringentes). Nesse caso, os cinco desembargadores integrantes da Câmara se manifestarão sobre a manutenção dessa decisão ou a extensão da absolvição a todos os réus, como proposto pelo relator Ivan Sartori.
O massacre
Em 2 de outubro de 1992, homens da Tropa de Choque e da Rota (Ronda Ostensivas Tobias de Aguiar), da Polícia Militar paulista, receberam a autorização para entrar no Pavilhão 9 da Casa de Detenção do Carandiru com o objetivo de encerrar uma rebelião. De lá, horas mais tarde, foram retirados 111 corpos de detentos mortos pelo massacre das forças de segurança.
A chacina ficou marcada como a mais letal intervenção policial já feita em uma unidade prisional por servidores do Estado. O comandante do policiamento metropolitano na época, coronel Ubiratan Guimarães, chegou a ser condenado pela Justiça em 2001, mas acabou absolvido das acusações em instâncias superiores.
Em 2013 e 2014, em um dos mais longos julgamentos da história da Justiça brasileira, os policiais militares foram condenados em 1ª instância pelo massacre, com penas de até 654 anos.
Fonte:R7
As mudanças já serão válidas para a edição de 2017.
A Conmebol anunciou nesta terça-feira (27) mudanças no calendário das duas principais competições entre clubes
da entidade. Agora, a Copa Libertadores da América será disputada ao longo de toda temporada, enquanto a Copa Sul-Americana acontecerá entre os meses de junho a dezembro. As mudanças já serão válidas para a edição de 2017.
Ao invés de ser realizada em 27 semanas, como a entidade estava acostumada a fazer, a Copa Libertadores agora será feita em 42 semanas, sendo jogada de fevereiro a novembro. Antes, a maior competição de clubes da América do Sul costumava acabar no mês de julho.
"As mudanças são um resultado de um estudo técnico que a Conmebol vem realizando há vários meses com consultores especializados e têm o objetivo de potencializar a qualidade do futebol sul-americano", divulgou a entidade por meio de um comunicado oficial.
"Por muito tempo os clubes tiveram que escolher entre o campeonato local e os torneios continentais, e isso afeta a qualidade de ambas as competições. A mudança permitirá melhorar o desempenho esportivo nos torneios nacionais, proteger os jogadores e além de potencializar a qualidade de jogo nas copas continentais", afirmou Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol.
Outra novidade que já passará a valer a partir de 2017 é de que os dez clubes que não avançarem às oitavas de final terão a oportunidade de seguir competindo a Copa Sul-Americana. Além disso, os campeões dos dois torneios entrar diretamente na fase de grupos da próxima edição da Libertadores.
Fonte: UOL Esporte
Lei prevê, porém, que prisões em flagrante são permitidas. Regra vale até terça-feira que vem
A partir desta terça-feira (27), nenhum eleitor brasileiro pode ser preso, conforme a legislação eleitoral. Quem for pego em flagrante cometendo crimes, porém, pode sim ser detido.
A regra vale até 48 horas após a votação do próximo domingo (2). Ou seja, fica em vigor até as 17h da próxima terça-feira (4).
Também poderão ser presos os eleitores que forem alvo de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.
O primeiro turno das Eleições 2016 está marcado para o próximo domingo (2).
Estão obrigados a votar os brasileiros com idade entre 18 e 70 anos. Para jovens de 16 e 17 anos, a votação é opcional. O horário para votar vai das 8h às 17h.
O eleitor deve portar um documento original com foto para comprovar sua identidade, além do título de eleitor.
Fonte:R7