O acidente foi na manhã de domingo

ARAXÁ (MG)- Na manhã deste domingo, dia 17 de Agosto de 2025 por volta das 07h07min, uma equipe de Resgate do Corpo de Bombeiros Militar, foi empenhada para atender uma vítima de acidente de trânsito envolvendo dois automóveis na avenida Damaso Drumond, nº 01, bairro Vila Guimarães.
No local os Bombeiros verificaram que o Senhor D. R. A. J de 34 anos, condutor do primeiro automóvel, se encontrava consciente porém desorientado, apresentando escoriações na face, um leve sangramento na boca e sem se queixar de dores.
A guarnição realizou a avaliação física da vítima, aferiu e monitorou seus sinais vitais e logo em seguida a vítima foi imobilizada e transportada para o Hospital da Unimed, onde ficou sob cuidados da equipe médica plantonista.
O condutor do segundo automóvel envolvido no acidente, L.C.M.S de 24 anos, se encontrava consciente, orientado e nada sofreu em decorrência do acidente e optou por não ser atendido.
Uma equipe do corpo de bombeiros permaneceu no local sinalizando a via pública enquanto aguardavam a chegada de uma guarnição da Polícia Militar para tomar as providências cabíveis com relação aos veículos envolvidos.
As informações são do Cabo BM Bastos da 2ª Cia BM-Araxá Responsável pelo atendimento do acidente.

O local fica na zona rural de Presidente Olegário

Por volta das 11h00m equipes dos Bombeiros do 12° BBM de Patos de Minas, se deslocaram até Poço da Taboca, zona rural de Presidente Olegário, onde um rapaz de 17 anos se afogou.
Ao chegarem ao local os militares depararam com a vítima fora da água, na que havia sido retirada pelos familiares.
De imediato foram iniciadas as manobras de RCP juntamento com o apoio da equipe do SAMU totalizando cerca de 45 minutos de atendimento, infelizmente, sendo encerrado sem o retorno dos batimentos da vítima.
Ele foi baleado na tarde sexta-feira e morreu na madrugada de sábado

ARAGUARI (MG)- Na sexta-feira (15/08) às 14h40m a Polícia Militar foi acionada após disparos de arma de fogo na Rua Estados Unidos com Rua Benedita Silva Gonçalves, bairro Independência.
No local, as guarnições policiais depararam com um homem caído ao lado de uma motocicleta com ferimentos na cabeça e pescoço, proveniente de arma de fogo.
De imediato o local foi isolado e acionado o SAMU que compareceu procedendo o primeiro atendimento e encaminhando a vítima ao Hospital das clínicas/UFU em Uberlândia.
Durante diligências, as equipes envolvidas obtiveram informações que o autor dos disparos estaria ocupando também uma motocicleta de pequeno porte.
Todas as informações, inclusive de suspeito, foram colhidas e encaminhadas, através do Boletim de Ocorrência, para a Polícia Civil.
As diligências continuam para localizar e prender o suspeito.
A vítima João Victor de Jesus da Silva, morreu aos 20 anos , na madrugada de sábado (16/08) ás 03h10m e a cerimônia de despedida foi no Velório Pax do Brasil. Sepultamento no cemitério Senhor Bom Jesus.
-


ROMARIA (MG)- No dia 15 de agosto, o EPREM Ambiental de Uberlândia-MG, sob o comando do Coronel Ruito e do Subcomandante Tenente-Coronel Cristiano, participou de uma operação em Romaria, no Triângulo Mineiro.
O evento religioso, que ocorre anualmente na cidade, contou com a colaboração da Polícia Militar.
A convocação para o EPREM Ambiental foi realizada pela Polícia Militar, que solicitou apoio para o evento.
A equipe, empenhada em prestar assistência aos romeiros, realizou atendimentos operacionais pré-hospitalares e disponibilizou doações de água durante o evento. Este é o segundo ano consecutivo em que o EPREM oferece suporte na Festa de Nossa Senhora da Abadia.
A atividade se iniciou às 8h30 e se estendeu até às 15h00.
Entre os voluntários do EPREM Ambiental estiveram: Coronel Ruito
Subcomandante Tenente-Coronel Cristiano; Tenente-Coronel Maria; Major Vasconcelos; Capitão Guilherme; Soldado Thiago
Além da equipe do EPREM, também estiveram presentes os oficiais de comando da da Polícia Militar, Capitão Kayro e 2° Tenente Adriano, que trabalharam em conjunto para garantir a segurança e o bem-estar dos participantes do evento.

Teste detecta 14 genótipos do HPV e permite rastreamento mais eficaz e com intervalos maiores.

Fonte: Agência Brasil foto: João Risi/MS
A partir da última sexta-feira, 15/8, o Ministério da Saúde passou a oferecer, via Sistema Único de Saúde (SUS), o teste de biologia molecular DNA-HPV, indicado para o rastreamento organizado do câncer do colo do útero.
A tecnologia detecta 14 genótipos do papilomavírus humano (HPV), identificando a presença do vírus no organismo antes da ocorrência de lesões ou de câncer em estágios iniciais, mesmo em mulheres assintomáticas.
Além de conferir maior sensibilidade diagnóstica, o teste reduz a necessidade de exames e intervenções desnecessárias, com intervalos maiores entre as coletas quando o resultado for negativo.
“Por ser mais eficaz, a nova tecnologia permite ampliar os intervalos de rastreamento para até cinco anos, aumentando a eficiência e reduzindo custos”, explica o Ministério da Saúde.
Outra vantagem do teste, de acordo com a pasta, é o rastreamento equitativo e de alta performance, que permite alcançar mulheres em áreas remotas ou onde há menor oferta de serviços em saúde.
Coleta
Produzida pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná, ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a tecnologia vai substituir o exame citopatológico popularmente conhecido como papanicolau, que passará a ser realizado apenas para confirmação de casos em que o teste molecular der positivo.
No teste de DNA, a coleta é similar à do papanicolau e envolve a secreção do colo do útero, portanto, a mulher ainda precisa passar por um exame ginecológico. No entanto, ao invés de colocar a secreção em uma lâmina, ela é colocada em um tubo com líquido conservante, que vai para o laboratório, onde é feita a pesquisa do DNA do vírus.
Implementação
A incorporação do teste na rede pública, no início de 2024, passou pela avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), que considerou a tecnologia mais precisa que a atualmente ofertada no SUS.
A tecnologia, 100% nacional, será ofertada inicialmente nos seguintes estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Bahia, Pará, Rondônia, Goiás, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e no Distrito Federal.
Essas localidades, segundo o ministério, foram contempladas por contarem com serviços de referência para colposcopia e biópsia, garantindo fluxo assistencial completo para mulheres que apresentarem resultados alterados no teste.
A implementação começa com um município em cada estado e será ampliada conforme a finalização da substituição do método. A meta é que, até dezembro de 2026, o rastreio esteja presente na rede pública em todo o território nacional, beneficiando 7 milhões de mulheres com idade entre 25 a 64 anos todos os anos.
HPV
De acordo com o ministério, o HPV é a principal causa do câncer do colo do útero, terceiro tipo de câncer mais incidente em mulheres, com 17 mil novos casos estimados por ano no triênio 2023-2025.
Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam 15 casos da doença para cada grupo de 100 mil mulheres no Brasil. “Por isso, a oferta do novo modelo de rastreamento é considerada um marco para a saúde da mulher”, destacou a pasta.
O câncer do colo do útero, segundo a pasta, segue como o que mais mata mulheres no Nordeste brasileiro. No Brasil, são 20 mortes por dia — até seis vezes mais que os casos de feminicídio em alguns estados.
Testagem
Recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a testagem de HPV é considerada padrão ouro para a detecção de casos de câncer de colo de útero e integra as estratégias propostas pela entidade para a eliminação da doença como problema de saúde pública até 2030.
Vítimas fatais estavam em Fiat Uno com placas de Florida Paulista-SP


Com informações do Corpo de Bombeiros
Os militares do Corpo de Bombeiros, SAMU de Varjão de Minas e Patos de Minas, Polícia Militar e uma equipe da Polícia Rodoviária Federal foram acionados na madrugada deste sábado, 16/8, para atender a uma ocorrência de acidente entre dois veículos na BR 365, km 316 no município de João Pinheiro.
Segundo os bombeiros, esse local fica a 96 km de distância do quartel do Corpo de Bombeiros de Patos de Minas.
Duas equipes de Bombeiros Militares deslocaram-se para atendimento no local.


Foram para o local também uma Unidade de Suporte Básico do SAMU de Varjão de Minas e uma Unidade de Suporte Avançado do SAMU de Patos de Minas. Uma equipe da Polícia Militar e uma equipe da Polícia Rodoviária Federal realizaram o controle do trânsito.
Tratava-se de uma colisão entre uma Fiat Strada com placas de Araxá e um Fiat Uno com placas de Florida Paulista-SP. No Fiat Strada, havia apenas o condutor, um homem adulto.
Segundo uma testemunha, ele reside em São Gonçalo do Abaeté. Ele estava em estado grave, foi atendido pelas equipes do SAMU e conduzido ao Hospital Regional em Patos de Minas.
No Fiat Uno havia um casal que faleceu no local e estava preso entre as ferragens.
Após os trabalhos periciais, a equipe do Corpo de Bombeiros realizou o desencarceramento dos corpos das vítimas ocupantes do Fiat Uno.
Devido ao fato de o local do acidente pertencer ao município de João Pinheiro, a perícia da Polícia Civil que realizou os trabalhos veio de Paracatu.
Os corpos foram encaminhados para o IML de Paracatu.
Nota conjunta reforça importância da ética médica e respeito à vida humana desde a concepção
Fonte: Notícias Canção Nova e CNBB Foto de capa: Freepik
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgaram nota conjunta nesta quinta-feira, 14, na qual manifestam repúdio à proposta de legitimação da assistolia fetal no Brasil. O tema está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF) no contexto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1141.
Na nota, as entidades recordam seus compromissos institucionais com a dignidade da vida humana desde a concepção até seu fim natural, bem como com o exercício técnico e ético da medicina, a garantia da objeção de consciência do médico e o respeito aos limites legais.
“A prática da assistolia fetal é desumana, dolorosa e desproporcional”, frisa o documento. Segundo as entidades, ao provocar sofrimento físico no bebê, a prática fere frontalmente o princípio da dignidade da pessoa humana, base do Estado Democrático de Direito.
O que é assistolia fetal?
A assistolia fetal é um procedimento que consiste na injeção de cloreto de potássio diretamente no coração do nascituro, provocando sua morte por parada cardíaca. Segundo o CFM, a prática não é permitida na eutanásia de animais em diversos protocolos legais. O cloreto de potássio é utilizado na execução de condenados à morte nos países que preveem esse tipo de condenação.
A nota recorda a resolução do CFM que proíbe a assistolia fetal como “um avanço ético e um posicionamento técnico responsável”, que “reconhece os limites do exercício da medicina quando esta toca a fronteira da vida humana em sua forma mais vulnerável”. Tal normativa foi suspensa pelo STF ainda em 2024.
Confira, abaixo, a íntegra da nota:
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, diante do compromisso da Igreja com a dignidade da vida humana desde a concepção até seu fim natural, e o Conselho Federal de Medicina – CFM, diante do seu compromisso com o exercício técnico e ético da medicina, a garantia da objeção de consciência do médico e o respeito aos limites legais, manifestam repúdio diante da proposta de legitimação da assistolia fetal no Brasil, atualmente em discussão na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1141, promovida por forças político partidárias junto ao Supremo Tribunal Federal.
A Constituição Federal de 1988 consagra no caput do artigo 5º o direito à vida como o primeiro e mais fundamental de todos os direitos. É a partir dele que todos os demais se sustentam. A inviolabilidade da vida é um imperativo ético e jurídico que deve ser respeitado em todas as etapas da existência humana, inclusive no ventre materno. A vida do nascituro é uma vida indefesa, uma vida que não viola os direitos de ninguém e que não cometeu injustiça alguma.
A Constituição também prevê como garantias fundamentais que amparam o direito à vida, a igualdade de direitos, a segurança e plenitude de defesa, que devem ser salvaguardados ao feto. E mais, é proibido a tortura e o tratamento desumano ou degradante.
A prática da assistolia fetal – procedimento que consiste na injeção de cloreto de potássio diretamente no coração do nascituro, provocando sua morte por parada cardíaca – é desumana, dolorosa e desproporcional. Trata-se de uma forma de interrupção da gravidez que, ao provocar sofrimento físico no feto, fere frontalmente o princípio da dignidade da pessoa humana, base do nosso Estado Democrático de Direito. Tal prática, vale lembrar, sequer é permitida na eutanásia de animais em diversos protocolos legais. Vale recordar que o cloreto de potássio é utilizado na execução de condenados à morte.
Nesse sentido, a Resolução nº 2.378/2024 do Conselho Federal de Medicina (CFM), que proíbe a prática da assistolia fetal, representa um avanço ético e um posicionamento técnico responsável. Ela reconhece os limites do exercício da medicina quando esta toca a fronteira da vida humana em sua forma mais vulnerável.
A CNBB também expressa seu apoio aos profissionais de saúde que, fundamentados na ética e no direito constitucional à objeção de consciência (art. 5º, VI, CF/88), recusam-se a participar de procedimentos abortivos. É inaceitável qualquer tentativa de punição ou constrangimento àqueles que agem em fidelidade aos princípios da bioética e à sua consciência moral, inclusive respaldados pela Constituição.
A defesa da vida exige coerência e compromisso, especialmente quando se trata de seres humanos indefesos e sem voz. Inspirados nas palavras do Papa Leão XIV, reafirmamos que nenhuma sociedade pode se considerar verdadeiramente justa e civilizada se não for capaz de proteger os mais vulneráveis, isto é, desde a concepção. Eles não têm meios de se defender, senão pela voz dos que já nasceram e reconhecem o valor sagrado de toda vida humana.
Por isso, a CNBB e o CFM reiteram o apelo às autoridades públicas, especialmente ao Supremo Tribunal Federal, para que preservem a inviolabilidade da vida humana desde a concepção até seu fim natural, respeitando os preceitos constitucionais, a ética, a ciência médica e o direito constitucional à objeção de consciência dos profissionais de saúde, bem como os valores fundamentais que sustentam a dignidade da nossa nação.
Brasília-DF, 13 de agosto de 2025
Dom Jaime Cardeal Spengler
Arcebispo da Arquidiocese de Porto Alegre – RS
Presidente da CNBB
Dom João Justino de Medeiros Silva
Arcebispo da Arquidiocese de Goiânia – GO
1º Vice- Presidente da CNBB
Dom Paulo Jackson Nóbrega de Sousa
Arcebispo da Arquidiocese de Olinda e Recife – PE
2º Vice-Presidente da CNBB
Dom Ricardo Hoepers
Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Brasília – DF
Secretário-Geral da CNBB
José Hiran da Silva Gallo
Presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM)
Vítima foi levada ao Hospital São José, em Nova Serrana


Com informações e foto da PRF
Na quarta-feira, 13/8, por volta das 18h15, no km 453,8 da BR-262, próximo a Araújos (MG), ocorreu um acidente envolvendo um caminhão, que transitava no sentido Araxá a BH, e uma bicicleta.
Segundo informações, o ciclista sofreu ferimentos graves e foi socorrido por equipe do SAMU, sendo encaminhado para o Hospital São José, em Nova Serrana.
O ciclista não portava documentos e, até o momento, não foi identificado.
O motorista do caminhão não se feriu e permaneceu no local do acidente.
Apesar da gravidade, ação rápida evitou danos maiores e risco de reignição


Com informações e foto da 2ª Cia BM-Araxá/ Sargento Parreira
No início da noite de quarta-feira, 13 de agosto, por volta das 19h, o Corpo de Bombeiros Militar foi acionado para atender a uma ocorrência de incêndio em uma indústria de fabricação de asfalto, localizada na estrada que dá acesso ao povoado da Antinha, no município de Araxá.
Ao chegarem no local, os militares constataram que o incêndio já se encontrava controlado, restando poucos focos de chamas.
Segundo apurado, uma das extremidades da caldeira do sistema de produção teria se rompido devido a uma explosão parcial, provocando um incêndio que atingiu outros equipamentos.
O fogo destruiu completamente um gerador e um motor do sistema, causando ainda danos aparentes em um compressor, no vaso sob pressão que abastece o sistema e no tanque de armazenagem do produto final.
No local, havia aproximadamente 50 mil litros de CAP (derivado do petróleo utilizado na produção de asfalto) e cerca de 15 mil litros de óleo para queima.
A guarnição realizou o rescaldo da área e eliminou o risco de reignição, deixando o local em segurança.