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26 de Julho de 2017 às 09:12

Inscrições para o Fies no segundo semestre começam hoje

Inscrições vão até sexta-feira (28) e relação dos pré-selecionados será divulgada no dia 31

As inscrições ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre deste ano começam hoje (25). Serão oferecidas 75 mil novas vagas aos estudantes que procuram um financiamento para cursar o ensino superior em instituições de ensino privadas. O prazo para as inscrições vai até sexta-feira (28)  .

As instituições e os cursos ofertados podem ser consultados na página eletrônica do Fies Seleção.  http://fiesselecao.mec.gov.br. A relação dos candidatos pré-selecionados será divulgada no dia 31 de julho, quando também será aberta a lista de espera.  Os estudantes pré-selecionados deverão concluir a inscrição pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies), entre 1º de agosto e 8 de setembro.

Mudanças

Apesar das mudanças anunciadas no início do mês no Fies para 2018, neste semestre continuam valendo as regras atuais. Poderão se inscrever os estudantes que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com média das notas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero. O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.

A partir de 2018, o Novo Fundo de Financiamento Estudantil será dividido em três modalidades. No total, o programa vai garantir 310 mil vagas, sendo que 100 mil serão ofertadas para estudantes com renda familiar per capita de até três salários mínimos a juro zero, incidindo a correção monetária.

26 de Julho de 2017 às 09:14

Quase 5 milhões de trabalhadores têm 7 dias para sacar R$ 800 milhões das contas inativas do FGTS

Mais de 98% de quem tem direito ao saque do benefício já retiraram R$ 42,8 bilhões do Fundo

Os 4,9 milhões de brasileiros que ainda não sacaram os recursos das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) têm somente até a próxima segunda-feira (31) para resgatar R$ 800 milhões, que ainda estão disponíveis.

De acordo com o último balanço da Caixa Econômica Federal, divulgado nesta segunda-feira (24), já foram retirados R$ 42,8 bilhões das contas inativas do Fundo. O valor corresponde a 98,33% do total inicialmente liberado para saque (R$ 43,6 bilhões).

O banco estatal afirma que o número de trabalhadores que sacaram os recursos chegou a 25,3 milhões, ou seja, 83,73% das 30,2 milhões de pessoas beneficiadas pela medida. Com isso, ainda restam R$ 800 milhões disponíveis, que pertencem a um grupo de 4,9 milhões de brasileiros.

Podem retirar os recursos inativos do FGTS todos os trabalhadores que tiveram contratos de trabalho encerrados até 31 de dezembro de 2015. Os saques das contas inativas começaram a ocorrer no mês de março e seguem até o dia 31 de julho. Houve um calendário específico, levando em conta o mês de aniversário dos trabalhadores.

A Caixa afirma que os valores não retirados dentro do prazo permanecerão nas contas do Fundo, mas só poderão ser resgatados nos casos previstos na legislação, como aquisição da casa própria, aposentadoria e a permanência de pelo menos três anos fora do regime do FGTS. Também tem direito ao saque o trabalhador que for demitido sem justa causa ou ficar sem carteira assinada por três anos consecutivos.

Retiradas

Os beneficiários têm quatro opções para recebimento dos valores presentes nas contas inativas. Quem tem conta-corrente na Caixa pode pedir o recebimento do crédito em conta, por meio da internet.

O saque também pode ser feito em caixas eletrônicos desde que o valor não ultrapasse R$ 3.000. Para valores até R$ 1.500. Para créditos até R$ 3.000, o saque no caixa eletrônico deve ser feito com o Cartão do Cidadão e a respectiva senha.

A retirada do FGTS inativo também pode ser feita em agências lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. O valor máximo de saque está limitado em R$ 3.000. Há, ainda, a possibilidade de retirar o dinheiro diretamente nas agências bancárias.

Fonte: R7

26 de Julho de 2017 às 09:16

VÍDEO: Aeronave cai em Pará de Minas e deixa uma pessoa ferida

A aeronave caiu quando tentava fazer um pouso no aeroclube da cidade.

Uma aeronave experimental caiu, no final da tarde desta segunda-feira (24), em Pará de Minas, na região central de Minas Gerais. Ela era pilotada por um militar reformado, de 72 anos. Imagens mostram o exato momento em que o avião cai.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros da região, o monomotor se preparava para pousar quando um dos Flaps apresentou problemas e a aeronave acabou caindo, atingindo primeiro um poste e em seguida o muro e uma casa.

O piloto André Barbosa Silva, de 72 anos, teve fratura exposta nas duas pernas e foi socorrido consciente para um hospital da região. Ele era o único ocupante da aeronave. Ele foi encaminhado para o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Pará de Minas, mas deve ser levado para o João XXIII, em Belo Horizonte.

Veja o momento da queda:

24 de Julho de 2017 às 16:47

Adeus, Paint! Microsoft vai remover editor de imagens do Windows

Próxima atualização do sistema operacional dará fim ao famoso programa

Virou até trend topic: a Microsoft vai remover o aplicativo Paint na próxima atualização do Windows 10. A notícia caiu nas redes sociais e deixou muita gente nostálgica, já que o Paint é praticamente uma marca registrada do sistema operacional da Microsoft, já que está presente no sistema desde sua primeira edição, em 1985.

O programa de desenho e edição de imagens foi um dos primeiros de seu tipo e sempre foi conhecido por sua simplicidade.

Conhecido por muitos usuários pelo seu primeiro nome, Paintbrush, o programa perdeu espaço para os editores mais sofisticados como ferramenta profissional, mas nunca deixou de ser utilizado pelos internautas. No Windows 10, o programa deve ser substituído pelo Paint 3D. O software também permite editar imagens em três dimensões.

A atualização do sistema operacional deve ainda retirar o Outlook Express e o aplicativo Reader, de leitura. Artista que ilustrou livro usando o Paint mostra que nada é impossível para o talento:

Fonte: R7

24 de Julho de 2017 às 14:09

Funerária São Pedro e Príncipe da Paz informa: Faleceu em Uberlândia (MG) Sr. Celso Antonio de Freitas aos 56 anos.

Sepultado dia 23/07/2017

Faleceu em Uberlândia  dia 22/07/2017,o Sr. Celso Antonio de Freitas aos 56 anos.

Deixa a esposa: Edileusa.

Deixa os filhos: Pamela, Barbara, Katherine e Giovana, a mãe: Terezinha Gonçalves Caixeta, os irmãos: Celio e Dalva, demais familiares.

O corpo foi velado no Velório Príncipe da Paz, Rua Ouro Preto 798 bairro Várzea.

O sepultamento aconteceu no 23.07.2017 no Cemitério Jardim Parque da Esperança as 16:00 hs.

24 de Julho de 2017 às 11:04

Evangelho do Dia

No dia do juízo, a rainha do Sul se levantará contra essa geração.

"Mestre, quiséramos verte fazer um milagre”. Respondeu-lhes Jesus: "Esta geração adúltera e perversa pede um sinal, mas não lhe será dado outro sinal do que aquele do profeta Jonas: do mesmo modo que Jonas esteve três dias e três noites no ventre do peixe, assim o Filho do Homem ficará três dias e três noites no seio da terra. No dia do juízo, os ninivitas se levantarão com esta raça e a condenarão, porque fizeram penitência à voz de Jonas. Ora, aqui está quem é mais do que Jonas. No dia do juízo, a rainha do Sul se levantará com esta raça e a condenará, porque veio das extremidades da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. Ora, aqui está quem é mais do que Salomão”.

Evangelho de hoje: Mt 12,38-42

24 de Julho de 2017 às 08:41

Novo Código Penal pode rever delação e prisão preventiva

As medidas costumam ser alvo de críticas dos parlamentares

No debate sobre o novo CPP (Código de Processo Penal) na Câmara, deputados discutem mudanças nas regras de delação premiada, prisão preventiva e condução coercitiva, além da revogação do entendimento de que as penas podem começar a ser cumpridas após a condenação em segunda instância. As medidas, que em parte se tornaram pilares da Operação Lava Jato, costumam ser alvo de críticas dos parlamentares.

O Ministério Público Federal atribui à colaboração premiada importância significativa para o sucesso da operação e considera que ações para rever os acordos têm por objetivo enfraquecer as investigações. Atualmente, o instrumento é regulado pela lei que trata de organizações criminosas, de 2013. Dos artigos que constam no atual código, a prisão preventiva não tem duração determinada e a condução coercitiva não prevê punição em caso de uso considerado abusivo.

Pelo cronograma estabelecido pela comissão especial que discute o tema, o relator João Campos (PRB-GO) deve entregar o seu parecer ainda em agosto. Com isso, o projeto pode ser votado até outubro no plenário da Câmara. O texto final será resultado de outros cinco relatórios parciais já apresentados.

A reforma no CPP, que é de 1941, teve início no Senado e foi aprovada em 2010. Na Câmara, ficou esquecida até o ano passado e foi desengavetada durante a presidência do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), alvo da Lava Jato. O peemedebista teve a prisão preventiva decretada em outubro de 2016 e está atualmente em Curitiba.

Presidente da comissão que discute o CPP na Casa, o deputado Danilo Forte (PSB-CE) tem defendido alterações nos acordos de delações premiadas e na aplicação da condução coercitiva. Esses pontos estão em discussão, mas ainda não foram sistematizados em um relatório.

Forte discorda do fato de uma pessoa presa poder fechar acordos de delação premiada e defende que hoje há um poder excessivo concentrado nas mãos dos procuradores. Para ele, o juiz deveria acompanhar toda a negociação entre o Ministério Público e o delator, e não apenas ter acesso ao acordo no final do processo. Aliado de Temer, ele faz críticas ao acordo fechado com os irmãos Joesley e Wesley Batista e diz que o perdão da pena concedido a eles pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi excessivo.

Forte também considera que é preciso prever punições para quem desrespeitar as regras da condução coercitiva, que deve ser colocada em prática somente se uma pessoa se negar a prestar depoimento.

Prisões

Um dos relatórios parciais já apresentados trata sobre a questão das prisões preventivas. Elaborado pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP) com a ajuda de advogados, juristas e professores de Direito, o texto propõe que haja um prazo de duração. Apesar de alguns integrantes da comissão defenderem um tempo menor, o deputado manteve a proposta inicialmente aprovada pelos senadores em 2010, que estabelece que esse tipo de prisão pode durar no máximo 180 dias.

No texto, Teixeira sugere também que o novo CPP deixe explícito que o instrumento "jamais" possa ser utilizado como "forma de antecipação da pena" e afirma que o "clamor público não justifica, por si só, a decretação da prisão preventiva".

O relatório prevê ainda a "proteção da imagem do preso" e a punição das autoridades que deixarem uma pessoa ser fotografada ou filmada pela imprensa durante o momento em que é levada à cadeia. "Não se está, aqui, a regular ou restringir a atividade jornalística. Longe disso. Antes, busca-se responsabilizar as autoridades", diz o texto.

Em outra frente, o relatório também modifica o atual entendimento do Supremo Tribunal Federal em relação à aplicação de penas após a condenação em segunda instância. Para Teixeira, isso só deveria acontecer após o chamado trânsito em julgado, isto é, após se esgotar todos os recursos.

Esses pontos, no entanto, não são consenso entre os membros da comissão. Para João Campos, que também foi relator da lei das organizações criminosas, que disciplinou a delação premiada, não há porque incluir mudanças relativas às delações premiadas no texto novo do Código de Processo Penal. "É uma lei recente, de 2013, e o instituto da delação premiada vem dando certo", disse.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo com Estadão

 

22 de Julho de 2017 às 09:39

Casa da Moeda diz que produção de passaportes será normalizada em cinco semanas

Os 175 mil pedidos de passaportes represados serão processados por ordem cronológica, diz PF

A Casa da Moeda do Brasil (CMB), que produz os passaportes, informou hoje (21) que a normalização da emissão dos documentos, suspensa pela Polícia Federal (PF) desde o fim de junho, deve demorar até cinco semanas e ainda pode ser impactado pelo volume de novas solicitações. Durante o período de suspensão, 175 mil pedidos de passaportes ficaram represados, segundo a PF, e agora serão processados por ordem cronológica.
Em nota, a Casa da Moeda informou que recebeu nesta tarde os arquivos com dados de pessoas solicitantes dos passaportes e que a fabricação será retomada imediatamente, com turnos extras a partir do começo da próxima semana.

“Por entender a importância da urgente normalização do serviço, a CMB vai trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana, a partir de segunda feira (24), arcando com custos extras para atender a todas as solicitações feitas pelos cidadãos nos postos da DPF durante os dias de suspensão”, diz a nota da instituição.

A emissão de passaportes foi interrompida no dia 27 de junho, por falta de dinheiro. O Ministério da Justiça informou que fez um repasse de crédito extra de R$ 102 milhões à Polícia Federal para regularizar o serviço.

Fonte: Agência Brasil Edição: Luana Lourenço

22 de Julho de 2017 às 09:30

Possível ausência de Lula deixa PT sem nome forte para 2018, dizem especialistas

Estudiosos dizem que partido e esquerda não têm outro representante para o pleito

Após a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o cenário das Eleições 2018 está incerto e provoca um vazio eleitoral especialmente para o PT.

Segundo especialistas ouvidos pelo R7, sem a presença do político, o partido não tem nomes representativos e fortes o suficiente para vencer o pleito.

Na avaliação do cientista político Fábio Wanderley Reis, professor emérito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), o risco de o petista não poder se candidatar em 2018 deixa o quadro “pouco favorável ao PT”. 

— Não acho que haja nenhuma liderança no quadro do PT que tenha viabilidade e que seja uma aposta mais ou menos segura.
Segundo o doutor em ciência política Guilherme Simões Reis, professor da UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), “não existe” alguém dentro do PT ou até mesmo na esquerda com o apelo de Lula.

— Existem dois cenários completamente diferentes com Lula e sem Lula. No campo da esquerda não teria nenhum candidato natural. Acho difícil o PT ter um nome competitivo sem Lula.

Mesmo se o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) ratificar a sentença do juiz federal Sérgio Moro, isso não impediria que ele concorresse à Presidência em 2018. Porém, se ele não conseguisse disputar as eleições, os estudiosos ouvidos pelo R7 dizem que nenhum candidato do PT teria as mesmas chances que ele de ganhar.

O docente da UFMG diz que, “mesmo que Lula não possa concorrer, é tranquilo que ele passa a ter um efeito de transferir votos em grande medida”. Segundo ele, “vimos isso acontecer duas vezes com a Dilma [Rousseff]”.

— A Dilma era a pior candidata do mundo. No entanto, ganhou a primeira e a segunda eleição. Um milagre do Lula.

O professor emérito da UFMG diz que “alguma coisa parecida poderia se repetir” com alguns nomes como o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT-CE) e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT-SP). Na quinta-feira, inclusive, o próprio Lula indicou que Haddad ou os governadores de Estado do PT poderiam disputar a eleição presidencial caso ele estivesse impedido.

Guilherme Simões Reis concorda com os possíveis substitutos do ex-presidente citados pelo colega e diz que outros nomes para concorrer às eleições no “lugar” de Lula como candidato da esquerda seriam a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) ou o coordenador nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos.

— O Celso Amorim poderia ser um candidato mais competitivo, mas não a ponto de conseguir vencer a eleição. Eu acho que ele tem uma imagem de seriedade e de não político. Seria um candidato que não é muito conhecido e que passa uma imagem de moderação, ao mesmo tempo, agradando a esquerda.

Porém, o professor da UniRio diz acreditar que, mesmo com o apoio de Lula, “a transferência de voto é sempre limitada” e “não é tão simples”.

Nesta semana, o ex-presidente sofreu mais dois reveses. Na quarta-feira (19), o BC (Banco Central) bloqueou R$ 606.727,12 das contas do petista. A decisão cumpriu uma ordem feita por Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato em primeira instância.

Depois, na quinta-feira (20), Moro determinou o bloqueio de mais R$ 9 milhões de planos de previdência privada do ex-presidente. O dinheiro está em duas contas da BrasilPrev — uma em nome do próprio Lula e outra no nome da LILS, a empresa usada pelo petista para dar palestras.

Fonte: Giorgia Cavicchioli, do R7