O músico contou em publicação nas redes sociais que teve o vidro o carro quebrado e uma credencial levada com uma mala de roupas sujas. No vídeo, ele brinca: 'Ruim até para ser bandido'.
O sertanejo Zé Felipe, filho do cantor Leonardo, foi furtado em Goiânia e publicou um vídeo nas redes sociais tratando o caso com humor. Na gravação, ele ri da situação e brinca com o bandido que levou a credencial de um dos shows dele (assista acima).
“Foi embora um crachá do show. Acho que vai ter carinha nova no show. Acesso livre. Quando tiver um carinha novo no show já sem quem é. É o seguinte, meu amigo ladrão. Se você estiver vendo essa história aqui, por um acaso, fique sabendo que você vai ser bem-vindo no show”
“Eu perdoo só para a gente cantar minha música nova, chama Banheira de Espuma, tá bom? Um abraço. É nóis”, disse.
O crime aconteceu na noite de segunda-feira (4), enquanto o cantor e algumas pessoas que fazem parte da equipe dele jantavam em um restaurante de comida japonesa da capital. Ao saírem do estabelecimento, encontraram o carro arrombado.
Ainda na gravação ele faz graça com o autor do furto, que teria levado uma mala de roupas e deixado o banco do carro dele sujo.
“Meu amigo, pelo amor de Deus, quando for roubar, vê o que você vai roubar. Larga o banco sujo, quebra um vidro pra roubar uma mala com cueca e meia suja. É isso aí. Você é ruim até para ser bandido. Tinha um CD do Bruno e Marrone aí e eles não quiseram roubar não. Não é possível”.
Segundo a assessoria do cantor, o caso não foi registrado na Polícia Civil.
Fonte: G1 Goiás Foto: Patrocínio Online Arquivo
Cantora, irritada com o vazamento de uma gravação do 'Programa Silvio Santos' com David Brazil e Preta Gil, que teria sido chamada de gorda, foi ao Twitter
Depois do vazamento nesta terça-feira de um vídeo em que Silvio Santos pede ajuda a David Brazil e Preta Gil para definir o que é um “gay”, em uma gravação do Programa Silvio Santos em que a cantora aparece com uma expressão frustrada, a cantora Gaby Amarantos foi ao Twitter e metralhou o Homem do Baú. Nas redes sociais, corre também o boato de que o dono do SBT teria chamado Preta Gil de gorda (“acima do peso”).
“Sério que vocês acham Silvio Santos ídolo? O cara fez a gente crescer vendo-o ridicularizar negros, mulheres, gays, plus e ganhar mídia com isso. Cês tão mal de ícone viu, não dá mais pra normalizar isso! ”, tuitou Gaby, que faz a linha emopderada desde que estourou com o tecnobrega, há mais de cinco anos.
Gaby contou que, quando criança, corria para a frente da TV com um prato de macarrão para ouvir as batatadas de Silvio Santos, e que amava ver os transformistas que ele chamava ao palco para ridicularizar. E ponderou que os tempos hoje são outros, “não dá pra achar legal” fazer piada com minorias.
“Sim, eu corria com um prato de macarrão para assistir ao SS, e sempre vi transformistas e amava. Só que os tempos mudaram, nos anos 80 era ‘normal’ fazer essas piadas, Os Trapalhões também faziam, Casseta & Planeta e outros. Mas hoje em dia não dá para achar legal, vamos evoluir! ”, escreveu.
Sim, eu corria com um prato de macarrão pra assistir o SS, e sempre vi transformistas e amava. Só que os tempos mudaram, nos anos 80 era “normal” fazer essas piadas, Trapalhões tb faziam, Casseta e Planeta e outros. Mas hoje em dia ñ dá pra achar legal, vamo evoluir!
— Gaby Amarantos (@GabyAmarantos) 6 de junho de 2018
Racismo ñ é opinião, gordofobia ñ é opinião, homofóbia ñ é opinião, machismo ñ é opinião.
— Gaby Amarantos (@GabyAmarantos) 6 de junho de 2018
Comunicadores, humoristas e todo e qualquer ser humano ñ pode usar desse artifício pra destilar preconceito!
APRENDAM
Em seguida, enumerou o tipo de piadas rasas em que investe Silvio Santos “para ganhar mídia”. “Racismo não é opinião, gordofobia não é opinião, homofobia não é opinião, machismo não é opinião. Comunicadores, humoristas e todo e qualquer ser humano não podem usar desse artifício para destilar preconceito! APRENDAM”, escreveu, batendo forte em Silvio Santos.
Assiste esse vídeo do Silvio Santos depois fala comigo ! pic.twitter.com/9otfGRhHfj
— Gaby Amarantos (@GabyAmarantos) 6 de junho de 2018
Fonte: Veja
Projeto altera o Código Civil para estabelecer que "não será permitido, em qualquer caso, o casamento de quem não atingiu a idade núbil", ou seja, 16
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5), em votação simbólica no plenário, projeto que proíbe qualquer tipo de casamento infantil no Brasil. A proposta, que seguiu para o Senado, prevê acabar com a permissão que existia em alguns casos para jovens menores de 16 anos se casarem.
O projeto altera o Código Civil para estabelecer que "não será permitido, em qualquer caso, o casamento de quem não atingiu a idade núbil", ou seja, 16 anos. Se aprovado pelos senadores e sancionado, só será possível casar no Brasil a partir de 16 anos, desde que com autorização dos pais, ou livremente a partir de 18 anos.
Hoje, o Código Civil brasileiro permite que jovens menores de 16 anos se casem em duas hipóteses: para extinguir a punibilidade em caso de estupro ou em caso de gravidez. O Código Penal, contudo, já havia retirado antes a primeira hipótese, que ainda constava no Código Civil.
A proposta aprovada pela Câmara é de autoria da deputada federal Laura Carneiro (DEM-RJ). Ela é filha do ex-deputado Nelson Carneiro, autor da lei que instituiu o divórcio no País, aprovada em dezembro de 1977.
Relatora do projeto, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) afirmou que o projeto tem apoio do Conselho Nacional da Criança e do Adolescente e do conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas).
Fonte: Agência de Estado
Apreensão de documentos foi autorizada pelo Novo Código de Processo Civil em 2015. STJ, contudo, negou apreensão de passaporte
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) confirmou nesta terça-feira (5) a apreensão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) de um homem de Sumaré (SP) até ele pagar dívida de 16.859,10 com uma instituição de ensino. A decisão deve influenciar outras instâncias da Justiça brasileira.
O tribunal julgou o recurso de um devedor que havia sido condenado, pela 3ª Vara Cível da Comarca de Sumaré, à suspensão da CNH e também de seu passaporte até a liquidação da dívida.
Em sua defesa, o devedor afirmou que a decisão ofende sua liberdade de locomoção, que não poderia ser atingida em razão de uma dívida.
O pedido, contudo, foi rejeitado para a CNH. No caso do passaporte, a Quarta Turma do STJ considerou a decisão "desproporcional", por violar o direito de ir e vir e o princípio da legalidade, e determinou a devolução do documento.
A apreensão de documentos para forçar devedores a pagar seus débitos foi autorizada em 2015 pelo Novo Código de Processo Civil (CPC).
A legislação permite ao juiz "determinar todas as medidas indutivas, coercitivas, mandamentais ou sub-rogatórias necessárias para assegurar o cumprimento de ordem judicial, inclusive nas ações que tenham por objeto prestação pecuniária".
De acordo com o relator do processo, ministro Luís Felipe Salomão, a adoção desse tipo de medida é "instrumento importante para viabilizar" a execução judicial. No entanto, Salomão observou que, por mais legítima que seja, a prática não pode atropelar o devido processo constitucional, "menos ainda desconsiderados direitos e liberdades previstos na Carta Maior".
O ministro afirmou que, no caso específico, a medida coercitiva em torno do passaporte é "ilegal e arbitrária", porque restringiu o direito de ir e vir de forma "desproporcional e não razoável". Em relação a CNH, Salomão não aceitou o pedido de devolução, visto que a suspensão do documento está prevista na jurisprudência do STJ. O voto do relator foi acompanhado pelos demais ministros, por unanimidade.
A suspensão e apreensão de documentos para pagamento de dívida é objeto de ação apresentada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no Supremo Tribunal Federal (STF). Para a sigla, o novo dispositivo do CPC abriu margem para interpretações extremadas, que ferem os direitos de liberdade previstos na Constituição Federal. A ação está com o ministro Luiz Fux, e não teve decisão final até o momento.
Fonte: Agência de Estado
Atualmente, remuneração mínima paga aos trabalhadores brasileiros é de R$ 954, um reajuste de 1,81% ante a 2017
O Ministério do Planejamento reduziu nesta quarta-feira (6) a previsão do salário mínimo para 2019 de R$ 1.002 para R$ 998. O novo valor ainda precisa ser aprovado pelo Congresso.
A informação consta em nota técnica do ministério para a LDO 2019 (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que será analisada na tarde de hoje pela Comissão Mista do Orçamento do Congresso.
Atualmente, a remuneração mínima paga aos trabalhadores brasileiros é de R$ 954, valor que foi reajustado em 1,81% e resultou em críticas por ser inferior à inflação de 2,07% do ano passado.
Em abril, o Planejamento propôs aumentar esse valor para R$ 1.002. Agora, com a redução de R$ 4 (0,4% da proposta anterior), o governo espera economizar R$ 13,4 bilhões em 2019.
Desde 2004, o salário mínimo é reajustado de acordo com o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado nos doze meses anteriores, além da variação do PIB de dois anos anteriores.
Deste modo, o salário mínimo para 2019 deverá ser corrigido pelo INPC de 2018 e terá aumento equivalente à taxa de crescimento do PIB em 2017.
Fonte: R7
Zé Neto e Cristiano estavam na cidade de Marília, indo em direção a Redenção (PA), quando foram surpreendidos por incidente nesta terça-feira (5)
Um avião que levava a dupla sertaneja Zé Neto e Cristiano fez um pouso forçado no aeroporto de Marília, interior de São Paulo, na última terça-feira (5). Os cantores estavam indo em direção à cidade de Redenção, no Pará.
A aeronave decolou no começo da tarde de ontem, mas teve que retornar pouco depois porque o piloto detectou problemas nas hélices.
De acordo com a assessoria de imprensa da dupla, houve o vazamento de óleo, o que impediu que a viagem prosseguisse. Ainda segundo a assessoria, o pouso aconteceu sem problemas e os cantores, assim como a equipe, passam bem.
Apesar do susto, a dupla aguardou outra aeronave e seguiu viagem. À noite, os cantores ainda fizeram um show que já estava programado.
A aeronave pertence a uma empresa de táxi aéreo.
Fonte: R7 foto: Site Oficial da dupla
Ação alega que condução coercitiva de investigados não é compatível com a liberdade de ir e vir garantida pela Constituição
O STF (Supremo Tribunal Federal) deve julgar nesta quarta-feira (6) um pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República) para revogar o uso do voto impresso nas eleições de outubro. Também está na pauta de julgamento a validade da decisão do ministro Gilmar Mendes que suspendeu a decretação de condução coercitiva para levar investigados a interrogatório. A sessão deve começar às 9h.
Na ação que trata da condução coercitiva, Mendes atendeu, em dezembro do ano passado, a pedidos feitos em duas ações por descumprimento de preceito fundamental (ADPF) protocoladas pelo PT e pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), após o juiz federal Sérgio Moro ter autorizado a condução do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar depoimento à Polícia Federal durante as investigações da Operação Lava Jato.
As entidades alegaram que a condução coercitiva de investigados não é compatível com a liberdade de ir e vir garantida pela Constituição.
Ao impedir temporariamente juízes de todo o país de autorizar as conduções, Gilmar Mendes entendeu que o acusado não pode ser obrigado a prestar depoimento perante a Justiça.
“A condução coercitiva para interrogatório representa uma restrição da liberdade de locomoção e da presunção de não culpabilidade, para a presença em um ato ao qual o investigado não é obrigado a comparecer. Daí sua incompatibilidade com a Constituição Federal”, argumentou Mendes.
Voto impresso
Na ação que trata da validade do voto impresso, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, autora da ação direta de inconstitucionalidade (ADI), sustenta que o voto impresso “causará transtornos ao eleitorado, aumentará a possibilidade de fraudes e prejudicará a celeridade do processo eleitoral”, sendo inconstitucional também por ter o potencial de comprometer o sigilo do voto.
Ela pediu uma liminar (decisão provisória) urgente para revogar a implementação do voto impresso, previsto na Lei 13.650/2015 (minirreforma eleitoral).
Desde 2015, a lei prevê que o voto impresso seja 100% implementado nas eleições deste ano, mas o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou ao Congresso, com anuência do TCU (Tribunal de Contas da União), não ter condições técnicas nem dispor em orçamento dos R$ 2 bilhões previstos para isso. O TSE assinou, em 30 de abril, um contrato de R$ 57 milhões para instalar impressoras em apenas 30 mil urnas eletrônicas, 5% do total.
A adoção do voto eletrônico teve início no Brasil nas eleições de 1996, quando 35% das urnas foram informatizadas. Desde o ano 2000, todas as urnas são eletrônicas, sem impressão do voto.
Fonte: Agência Brasil
Ele não é Deus de mortos, senão de vivos. Portanto, estais muito errados.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos.
12 18 Ora, vieram ter com Jesus os saduceus, que afirmam não haver ressurreição, e perguntaram-lhe:
19 “Mestre, Moisés prescreveu-nos: Se morrer o irmão de alguém, e deixar mulher sem filhos, seu irmão despose a viúva e suscite posteridade a seu irmão.
20 Ora, havia sete irmãos; o primeiro casou e morreu sem deixar descendência.
21 Então o segundo desposou a viúva, e morreu sem deixar posteridade. Do mesmo modo o terceiro.
22 E assim tomaram-na os sete, e não deixaram filhos. Por último, morreu também a mulher.
23 Na ressurreição, a quem destes pertencerá a mulher? Pois os sete a tiveram por mulher”.
24 Jesus respondeu-lhes: “Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus.
25 Na ressurreição dos mortos, os homens não tomarão mulheres, nem as mulheres, maridos, mas serão como os anjos nos céus.
26 Mas quanto à ressurreição dos mortos, não lestes no livro de Moisés como Deus lhe falou da sarça, dizendo: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’?”
27 Ele não é Deus de mortos, senão de vivos. Portanto, estais muito errados.
Palavra da Salvação.
Evangelho de hoje: Mc 12,18-27
De acordo com a PM, o homem já estava com a arma engatilhada, sinalizando que poderia atirar a qualquer momento
O que seria uma perseguição de militares a um assaltante se transformou em numa grande operação policial nesta terça-feira, depois que o criminoso em sua rota de fuga invadiu uma grande loja de calçados, na Avenida Paraná, no Centro de Belo Horizonte, e fez uma cliente refém. Resistente em negociar com os agentes do Batalhão de Operações Especiais(Bope), o homem acabou morto com um tiro na cabeça, disparado por um atirador de elite (sniper), quando se despedia de sua mãe por telefone e com um revolver engatilhado na cabeça da mulher.
Foram mais de 01h30 o drama da refém, de 32 anos, que foi à loja comprar presentes para familiares. De acordo com o major Flávio Santiago, chefe da Sala de Imprensa da Polícia Militar (PM), a mulher não se feriu, mas em estado de choque foi socorrida em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS).
De acordo com o major, o criminoso, demonstrando-se transtornado, evitou negociar. “Ele efetuou alguns disparos com o negociador ainda tentando fazer contato. Sempre que efetuava disparos, puxava o cão à retaguarda do revólver, apontava para ele, apontava para vítima, sucessivamente. Disse por várias vezes que a intenção era de matá-la e de se matar. O próprio negociador percebe o momento em que ele começa a falar que deveria pedir desculpas à mãe pela burrada que estava fazendo”, contou Santiago, ao relatar os momentos que antecederam a decisão de atirar no homem.
“Depois de quase duas horas, com o negociador ratificando que não havia qualquer condição de diálogo, para um indivíduo que se apresentava muito transtornado, a célula de negociação, com o sniper já em andamento, ainda tenta negociar. No momento em que ele liga para a mãe dele e a caracterização, pelo próprio negociador, de que já era um ponto crucial, ele já falava em tom de despedida, muito nervoso aponta o armamento para a vítima. Nesse momento, o sniper, já posicionado e autorizado, efetua um tiro de precisão em favor da vítima, que estava como refém”, completou o oficial.
Segundo o aspirante Washington Amaral, da 6ª Cia do 1º Batalhão de PM, antes da invasão da loja, o criminoso, cuja identificação inicial é Paulo Henrique Corrêa, assaltou uma loja expressa na Avenida Augusto de Lima, no Barro Preto, na Região Centro-Sul de BH. “Foi montado um cerco, depois do roubo, e os militares perceberam quando um homem com as mesmas características invadiu a loja de calçados. Quando ele fez uma mulher refém, foi então chamado o Bope”, explicou.
MOMENTOS DIFÍCEIS
A vendedora de calçados A.C.J., de 29, contou que estava próximo à cliente, quando o homem a rendeu. De acordo com ela, além da mulher, quatro funcionários da loja ficaram no local, escondidos, aguardando o desfecho. “Poderia ter sido eu, pois estava perto da cliente quando ele a pegou pelo pescoço e colocou a arma em sua cabeça. Foram momentos difíceis”, relembrou. Ela disse ainda que se sentiu aliviada com ação da polícia, já que o homem estava com olhos vermelhos, bastante agitado e atirou em direção ao chão. “Nesse momento, foi muito assustador. Foi foram uma hora e 20 minutos de muita tensão”, concluiu.
Devido à operação policial, o quarteirão da Avenida Paraná entre as ruas dos Tamoios e Carijós foi totalmente isolado. Por ser corredor do Move, muitas pessoas que embarcariam nas estações do sistema se concentraram atrás da área de isolamento, já que os coletivos foram desviados. Quando houve o disparo do sniper, e a informação de que ele havia sido morto e a refém liberada, o público no local comemorou, batendo palmas. A refém foi rapidamente levada para uma ambulância, onde recebeu os primeiros cuidados médicos.
Os funcionários da loja, que ficaram retidos, foram encaminhados para uma unidade policial para prestar informações na confecção do boletim de ocorrência. Perícia do Instituto Criminalísticas fez os levantamentos no local e no fim da noite o rabecão levou o corpo para o Instituto Médico Legal (IML).
Fonte: Estado de Minas