O fato aconteceu na fazenda Ferragem.

DOURADOQUARA (MG) - No dia 11/09 por volta das 22h43min, a Polícia Militar foi acionada para deslocar na fazenda Ferragem. No local, a vítima, uma mulher de 38 anos, relatou que o seu amásio após uma discussão por motivos fúteis, passou a agredí-la, com tapas, enforcamento e safanões.
Em ato contínuo o autor, 46 anos, apossou-se de uma arma tipo carabina calibre .22 e saiu em direção a um matagal próximo à residência.
A vítima sentindo-se ameaçada, correu desesperada em direção a rodovia em companhia do filho dela e acionou a Polícia Militar.
Diante dos fatos foi dada voz de prisão ao autor. E após diligências, a arma e as munições foram encontradas no matagal.
O autor foi preso em flagrante delito e conduzido à Delegacia de Polícia Civil de plantão juntamente com a arma apreendida.
Fonte: ASCOM 46º BPM
Veja a nota da Prefeitura Municipal de Uberaba
Morreu na tarde desta-sexta 11/09, o vice-prefeito da cidade Uberaba João Gilberto Ripposati de 59 anos, devido à Covid-19.
João Gilberto Ripposati estava internado há duas semanas na UTI do Hospital São Domingos, respirava por ventilação mecânica e tinha um quadro delicado de saúde.
Veja a nota da Prefeitura Municipal de Uberaba
Durante sua vida pública atuou na defesa das comunidades com responsabilidade e transparência
É com pesar que informamos que o vice-prefeito João Gilberto Ripposati veio a óbito hoje (11), após 14 dias na luta contra a Covid-19. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Domingos, desde o dia 28 de agosto, quando sentiu dores no estômago e dificuldades para respirar. O velório está sendo organizado e seguirá os protocolos exigidos pela pandemia. A Prefeitura de Uberaba está decretando luto oficial de três dias.
Ripposati, tinha 59 anos, era filho do servidor aposentado da Epamig João Ripposati e Adélia de Carvalho Ripposati (in memoriam). Casado com Marilene Fernandes de Freitas Ripposati, com quem teve três filhos – Gleidson, Kelly e Vinícius, e três netos – Alice, Francisco e Melissa. Ripposati foi funcionário público da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), líder comunitário e desenvolveu vários trabalhos voluntários.
Em 2016, foi eleito vice-prefeito na chapa encabeçada por Paulo Piau, com 75.251 votos. O pleito foi decidido em único turno. Em 2108, pelo PTB disputou a eleição para deputado estadual, quando obteve 6.735 votos, não conseguindo eleger-se. Em 1998, pelo PDT, concorreu a deputado federal alcançando 7.278, o que lhe garantiu uma suplência, na ocasião.
Esteve por quatro mandatos como vereador (1997 a 2000; 2001 a 2004; 2009 a 2012 e de 2013 a 2016). Foi autor de leis importantes no município de Uberaba que são referência nacional, como o Projeto de Lei 7.058/99 Programa Plantando e Colhendo Saúde (Hortas Urbanas); Mutirão das escrituras que já atendeu a quase dois mil mutuários.
Também foi autor da Lei 9.638/2005 que instituiu o Casamento Comunitário, onde a cada ano mais de 100 casais se unem em matrimônio. Ainda de sua autoria o Projeto de Lei 11.528/2013 que criou a Farmácia Viva/ Fitoterápica. Programa de incentivo da soja na alimentação humana; Educação Alimentar (conscientização obesidade) entre vários outros voltados à comunidade. Teve papel fundamental na luta para instituir o Plano Diretor de Peirópolis desde 1997.
Ripposati teve importante atuação na defesa da duplicação e melhorias na BR 050, especialmente no trecho urbano, em Uberaba. Era conhecido por sua dedicação no estudo e elaboração de projetos, além da defesa que fazia em prol das comunidades.
Prefeito de 16 a 29 de julho de 2019 assumiu o cargo de prefeito durante licença do titular, Paulo Piau.
Também durante o mandato de vice-prefeito, Ripposati assumiu de fevereiro a abril de 2018 a presidência da Companhia Habitacional do Vale do Rio Grande (Cohagra).
Enquanto presidente Interino da Cohagra no curto espaço de tempo, Ripposati desenvolveu várias atividades, entre elas, elaborou o plano de estudo para a aprovação e revisão dos direitos dos trabalhadores efetivos referente aos percebimentos de quinquênio e férias prêmio; elaborou a revisão do Plano de Cargos e Salários para os servidores da Cohagra; criou o Projeto Habita Cohagra; deu prosseguimento ao Programa Minha Casa Legal, que visa a regularização fundiária de áreas já ocupadas há muitos anos por famílias que sempre residiram e esperam a titularidade de seus imóveis, começando pela Chácaras Bouganville.
Ainda durante o período de gestão a frente da Cohagra, foi implantado o sistema de acompanhamento e fiscalização nos empreendimento do Minha Casa Minha Vida (MCMV).
Ripposati começou a sentir os primeiros sintomas da Covid-19 em 18 de agosto. No dia 19, esteve em um pronto socorro de hospital particular, onde passou por exames e foi medicado. No dia 22, recebeu a confirmação da testagem positiva. Já no dia 29, com dores no estômago e dificuldades para respirar, foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Hospital São Domingos, onde permaneceu até seu óbito, na tarde de hoje.
Jornalista Marconi Lima
Fonte: Prefeitura Municipal de Uberaba foto: Divulgação
Pagamento faz parte do segundo ciclo que vai até 27 de outubro

A Caixa Econômica Federal paga hoje (11) auxílio emergencial para 4 milhões de beneficiários nascidos em maio. O pagamento de hoje faz parte do ciclo 2, que começou pelos beneficiários nascidos em janeiro, no dia 28 de agosto. Essa etapa de pagamentos vai até 27 de outubro.
Neste ciclo, mais três grupos foram incluídos: trabalhadores que fizeram o cadastro nas agências dos Correios entre 2 de junho e 8 de julho; trabalhadores que fizeram a contestação pelo site da Caixa ou App Caixa Auxílio Emergencial de 3 de julho a 16 de agosto e foram considerados elegíveis; beneficiários que tenham recebido a primeira parcela em meses anteriores, mas que tiveram o benefício reavaliado em agosto. No caso das reavaliações, o benefício foi liberado novamente para 148 mil pessoas.
Os recursos podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e fazer compras na internet e nas maquininhas em mais de 1 milhão de estabelecimentos comerciais.
O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período de acordo com o mês de nascimento. Para os beneficiários nascidos em maio, os saques e transferências serão liberados no dia 3 de outubro.
Fonte: Agência Basil foto: InvestNews
Confira também cidade por cidade
Até o momento foram 246.149 casos confirmados, sendo 3.116 nas últimas 24 horas.
Estão em acompanhamento 29.664 casos e são 210.371 casos recuperados.
Estão confirmados 6.114 óbitos, sendo 108 mortes nas últimas 24 horas.
São 24.912 casos de internação hospitalar na rede pública e privada e a letalidade da doença é de 2,5%.




Os novos valores valem a partir desta sexta (11)

Agência Petrobras/ Geraldo Falcão fonte: Agência Brasil
A Petrobras anunciou hoje (10) que os preços médios do diesel em suas refinarias terão redução de 7%. Também haverá queda na cotação da gasolina, de 5%. Os novos valores valem a partir de amanhã (11).

De acordo com o cálculo da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o corte no litro do diesel S10 e S500 será, em média, de R$0,1223. Já a gasolina terá o litro R$0,0834 mais barato.
Este é a terceira queda consecutiva que a estatal anuncia para diesel e gasolina. É também a segunda diminuição anunciada nesta semana. Ontem (9), os preços médios da gasolina e do diesel já haviam sido corrigidos, ambos com um corte de 5%.
A atual política de preços leva em conta a paridade de importação e é influenciada pelas cotações internacionais do petróleo e do câmbio. Neste mês, os preços de referência do petróleo têm caído diante do clima econômico em meio à pandemia de covid-19 e também devido às preocupações com o ritmo de retomada da demanda. O preço do barril do Brent caiu para valores abaixo de US$ 40.
Após os novos reajustes, a gasolina nas refinarias da Petrobras irá acumular queda de 16,7% em 2020. Já os preços do diesel serão 30% abaixo dos registrados em janeiro desse ano.
Edição: Liliane Farias
Tereza Cristina garantiu abastecimento do produto nas prateleiras

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou no dia 10/09 que o governo tomou as medidas necessárias para tentar conter a alta no preço do arroz e evitar um desabastecimento do produto nas prateleiras dos supermercados. 

"As medidas que podiam ser tomadas, foram tomadas, para fazer a estabilidade e o equilíbrio para esse produto", disse em um vídeo publicado em suas redes sociais.
"O Brasil abriu mão, tirou a alíquota de importação, para que produto de fora pudesse entrar e trazer um equilíbrio para os preços. Abrimos somente uma cota, porque não temos necessidade de muito arroz, mas isso é uma cota de reserva, para que possamos ter a tranquilidade de que o preço vai voltar, vai ser equilibrado, e que o produto continuará na gôndola para todos os brasileiros", acrescentou.
Muitas pessoas estão comentando sobre o preço do arroz e a possibilidade de desabastecimento. Fiquem tranquilos, não há risco de faltar arroz. Quanto ao preço,informo que o valor deverá recuar, em breve,com as medidas tomadas pelo @govbr @jairbolsonaro. O @Mapa_Brasil está atento pic.twitter.com/Te3GuY87bN
— Tereza Cristina (@TerezaCrisMS) September 10, 2020
Taxa de importação
Ontem (9), a Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério da Economia, decidiu zerar a alíquota do imposto de importação para o arroz em casca e beneficiado. A isenção tarifária valerá até 31 de dezembro deste ano.

A redução temporária está restrita à cota de 400 mil toneladas, incidente sobre o arroz com casca não parbolizado e arroz semibranqueado ou branqueado, não parbolizado, de acordo com a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).
Até então, a Tarifa Externa Comum (TEC) aplicada sobre o produto era de 12%, para o arroz beneficiado, e 10% para o arroz em casca, válida apenas para países de fora do Mercosul. Dentro do bloco econômico regional, que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, a tarifa é de importação já é zero.
Tailândia e EUA
Mais cedo, em uma entrevista para a Rádio Gaúcha, Teresa Cristina comentou que a maior parte do arroz que será importado sem tarifa deve vir da Tailândia e dos Estados Unidos, que produzem o mesmo tipo de produto consumido no Brasil.
Ainda segundo a ministra, no vídeo divulgado em suas redes sociais, o preço do arroz nos últimos anos vinha abaixo do que seria seu valor de mercado, por causa de uma queda na produção que afetou o tamanho da área produzida no país.
"No passado, o arroz teve um preço muito baixo, durante muitos anos. Nós tivemos uma queda na área de produção e o arroz, então, hoje, tem um preço mais alto. Mas ele está na prateleira, vai continuar nas prateleiras", afirmou.
Alta nos preços
Desde o início do ano, o preço do arroz acumula alta de mais de 21,2% nas prateleiras, segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas).
De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), o preço da saca de 50 kg de arroz, vendido pelo produtor, variou mais de 107% nos últimos 12 meses, chegando próximo a R$ 100.
Os motivos para a alta são uma combinação da valorização do dólar frente ao real, o aumento da exportação e a queda na safra. Em alguns supermercados, o produto, que custava cerca de R$ 15, no pacote de 5 kg, está sendo vendido por até R$ 40.
Foto: Marcello Casal Jr fonte Agência Brasil
Código tenta se adaptar ao crescimento do comércio eletrônico

Fonte: Agência Brasil foto: Marcello Casal
O Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990), que completa 30 anos hoje (11), é considerado uma legislação abrangente para as relações de consumo, mas, passadas três décadas, houve mudanças substanciais na forma de comprar por meio do comércio eletrônico. Segundo especialistas, uma atualização seria bem-vinda, embora o código tenha seu texto adaptado ou usado, de forma indireta, outras legislações para proteger os direitos dos consumidores.
O código é anterior ao início da popularização da internet no Brasil. Como destaca o coordenador do MBA de Gestão de Varejo da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ulysses Reis, quando a legislação foi criada, não se tinha como prever que a mudança nos hábitos de consumo seria tão grande.
Reis destaca como o processo de compra se modificou nos últimos anos e que o fenômeno se acelerou com a pandemia de covid-19. Com as medidas de isolamento social para evitar o contágio pelo novo coronavírus, as lojas do comércio de rua e dos shopping centers tiveram que ser fechadas, o que levou muita gente a recorrer ao varejo digital.
“O consumidor antigamente ia à loja pesquisar, tomava a decisão e comprava o produto. Esse novo processo de compra começa na internet onde ele obtém informações sobre produtos e serviços, compara preços, vai às redes sociais ouvir opiniões e reclamações. Depois, ele pode ir a uma loja física para experimentar produtos e serviços e negociar preços e condições com os vendedores com o que ele viu online. O consumidor pode comprar na loja física ou comprar online depois”, disse Reis.
“Esse comportamento, essa jornada do consumidor, era grande entre os mais jovens antes da pandemia. Agora, depois da pandemia, as pessoas de mais idade também adotaram esse comportamento”, avalia o professor.
Atualização
Os especialistas ouvidos pela Agência Brasil indicaram que uma atualização do código é bem-vinda. Para o professor Ulysses Reis, a atualização da norma deve levar em conta a expansão dos canais de venda por meio de sites, aplicativos, redes sociais. “O código não prevê essas situações de comprar nesses diversos canais de venda. Ele não prevê quando o consumidor está migrando de um canal de vendas para ou outro e que a empresa tem que resolver problemas de contratos e atendimentos nos diferentes canais de venda”.
O diretor jurídico do Procon-RJ, Henrique Neves, disse que o Decreto 7.962/2013 regulamentou algumas situações relativas ao comércio eletrônico. Segundo Neves, diversos artigos do código são aplicados por equiparação ao varejo digital. Ele também destaca que o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais atualizam de forma indireta o código. “A gente vai combinando essas novas legislações para poder utilizar no direito do consumidor”.
Quanto ao comércio eletrônico, Neves afirmou ser importante melhorar as regras contras as fraudes. “Consumidores e fornecedores são, muitas vezes, vítimas de sites falsos. É uma das reclamações que a gente tem aqui e tem dificuldade em resolver”.
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Impulso
O comércio online ganhou impulso durante a pandemia do novo coronavírus. O e-commerce brasileiro faturou 56,8% a mais nos oito primeiros meses de 2020 em comparação com igual período do ano passado, segundo pesquisa realizada pelo Movimento Compre&Confie em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
De acordo com o levantamento, o aumento do faturamento foi possível porque houve crescimento de 65,7% no número de pedidos, de 63,4 bilhões para 105,06 bilhões. Segundo a ABComm, desde o início da pandemia mais de 135 mil lojas aderiram às vendas pelo comércio eletrônico para continuar vendendo e mantendo-se no mercado.
Estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo mostrou que os brasileiros aumentaram suas compras online, passaram a usar meios digitais de pagamentos e devem continuar com esses hábitos de consumo no pós-pandemia. Segundo os dados, 61% dos clientes que compraram online durante a quarentena aumentaram o volume de compras devido ao isolamento social e 70% disseram que pretendem continuar comprando mais pela internet do que faziam antes da covid-19.
Para o diretor jurídico da ABComm, Guilherme Martins, houve uma evolução tecnológica muito grande nos últimos 30 anos que permitiu esse modelo atual de varejo digital em termos de segurança do processo, expansão dos meios de pagamento, acessibilidade e aspecto logístico.
“Com a pandemia, houve um cenário disruptivo sem volta. Até aqueles que não eram habituados a comprar em ambiente eletrônico se viram em alguma situação obrigados a fazê-lo. Eficiência, preço e segurança acabaram sendo determinantes para mudar essa mentalidade, atrelada à questão tecnológica e ao apoio jurídico que vem por trás disso, que é a regulamentação dos direitos do consumidor”, afirmou Martins.
-Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Cuidados
Com essa migração para o ambiente virtual, os consumidores devem tomar cuidados para não terem dor de cabeça. O diretor jurídico do Procon-RJ, Henrique Neves, orienta sobre o que o consumidor precisa observar na hora de comprar pela internet.
“O consumidor tem que verificar se o site é seguro. Ele pode procurar na página o CNPJ da empresa ou o CPF, no caso de pessoa física, e fazer uma pesquisa no site da Receita Federal para verificar se o cadastro está ativo. Em alguns sites, como nas plataformas consumidor.gov.br, reclameaqui, e nos Procons estaduais, pode fazer um busca para saber se tem reclamações sobre não entrega de produtos, por exemplo”, disse Neves.
Outra orientação é verificar se no site consta o endereço físico da empresa, o número de telefone, se tem serviço de atendimento ao consumidor (SAC). “O consumidor tem que ficar atento a preços muito abaixo do normal, ele deve ligar o alerta. Se receber proposta de serviço ou produto pelo telefone ou pelo WhatsApp, deve entrar no site da empresa, ver se ela é confiável. O consumidor tem que procurar conhecer aquele fornecedor no meio eletrônico de forma a saber se é seguro ou não fazer contrato”, afirmou o diretor.
Neves também explicou que as plataformas que vendem produtos de outras empresas devem responder de forma solidária, caso haja algum problema na entrega do produto.
A B2W Digital, por exemplo, que detém as marcas Americanas, Submarino, Shoptime e Sou Barato, explicou sua política de atuação em casos de atraso na entrega: a empresa garante a entrega do produto ou realiza o cancelamento da compra e o reembolso do valor pago. “As lojas parceiras que vendem nos sites da B2W são responsáveis pela entrega, descrição, informações técnicas e garantia do fornecedor dos produtos que vendem, mas a companhia faz a intermediação para garantir que todos os produtos comprados sejam entregues e eventuais questões sejam resolvidas”, diz a empresa.
Edição: Fábio Massalli
Segundo a PC as viagens não ocorreram gerando danos patrimoniais e obtenção de vantagem ilícita pelo mesmo.
ARAXÁ (MG) - A Polícia Civil de Minas Gerais, por intermédio da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Araxá/MG, cumpriu mandado de prisão preventiva emitido em desfavor de homem 41 anos, em diligência efetuada pelo delegado Christiano Dib na cidade de Goiânia/GO, com apoio dos policiais da 9º Distrito Polícia Civil de Goiânia.
O investigado responde em Araxá (MG) por múltiplos crimes de estelionato cometidos no final no ano de 2019 e início de 2020 relativos à pacotes de viagens vendidos com destino a Cabo Frio, contudo, as viagens não ocorreram gerando danos patrimoniais e obtenção de vantagem ilícita pelo mesmo.
Trabalharam nesta ação as equipes de Minas e Goiás:
Equipe Araxá (MG)
Delegado Regional : Vitor Hugo Heisler
Delegado Responsável : Christiano Dib
Escrivã : Lidiane Goretti
Investigadores: Leandro Baldisseri, Kaio Freitas e Walter.

Equipe Goiânia:
Dr. Christiano Dib,
Dr. Washington
Agentes: Henrique e Géser.

Apreendidos celulares e balanças de precisão

UBERLÂNDIA (MG) - No dia 10/09 por volta das 18h24min, na Rua Videira, Bairro Morumbi, a guarnição policial militar, recebeu informações vindas de um morador do bairro sobre uma residência que seria utilizada para acondicionar e comercializar entorpecentes (maconha).
De posse de todas as informações, a guarnição foi até o endereço do fato onde viu, pela janela, várias barras de substâncias semelhante a maconha, além do odor característico que exalava do interior imóvel.
Os policiais realizaram buscas no interior da casa e apreenderam 83 barras de maconha, mais 08 tabletes grandes da mesma substância, duas balanças de precisão e uma faca com resquícios de uma substancia semelhante a maconha.
Enquanto os militares realizavam buscas no interior da residência, apareceu no imóvel o autor, de 25 anos, que ao perceber a presença dos militares saiu correndo. Contudo, foi detido e preso.
Durante a fuga, o autor dispensou dois celulares e uma balança de precisão, que foram apreendidos.
O autor afirmou que é o proprietário da residência onde estavam os materiais, bem como assumiu a propriedade de todo material apreendido. Disse ainda que estava comercializando as substância para "levantar um dinheiro'. Foi entregue, juntamente com o material, na delegacia.