Mais de 4 milhões de doses de imunizantes contra covid-19 chegaram ao estado neste mês

Fonte: Estado de Minas foto: Fábio Marchetto / SES-MG
Minas Gerais receberá mais uma remessa de vacinas contra COVID-19 nesta quinta-feira 1/7. A nova leva com 112.320 imunizantes Pfizer fará com que o estado mineiro ultrapasse a marca de 4 milhões de doses desde o último dia 1º. Junho é o mês com mais vacinas recebidas, recorde pertencido anteriormente a maio.
Quantidade de vacinas recebidas por Minas a cada mês:
As 4.023.760 doses de imunizantes contra COVID-19 recebidas apenas neste mês representam 28,7% de cobertura da população mineira apta para a vacinação. Ao todo, são 14 milhões de pessoas.
As remessas que desembarcaram no estado neste mês são compostas pelos imunizantes AstraZeneca (2.437.750 doses), Pfizer (816.660), CoronaVac (619.800) e Janssen (149.550).
28° remessa
Nesta quarta-feira (30/6), Minas Gerais recebeu parte desse quantitativo recorde: a primeira remessa do 28° lote de vacinas da AstraZeneca, com 624.500 doses.
Os imunizantes foram levados do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, para a Central Estadual de Rede de Frio, onde são conservados com acondicionamento e temperatura adequados.
Segundo a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), o estado ainda receberá nesta semana o restante da remessa que contém também vacinas da Pfizer e Janssen.
Até está quarta-feira (30/6), Minas recebeu 28 remessas, totalizando
Acompanhe o quantitativo de cada remessa
1ª remessa
577.480 doses da CoronaVac em 18/1/2021
2ª remessa
190.500 doses de AstraZeneca em 24/1/2021
3ª remessa
87.600 doses da CoronaVac em 25/1/2021
4ª remessa
315.600 doses da CoronaVac em 7/2/2021
5ª remessa
220.000 doses da AstraZeneca e 137.400 doses da CoronaVac em 23/2/2021
6ª remessa
285.200 doses da CoronaVac em 3/3/2021
7ª remessa
303.600 doses da CoronaVac em 9/3/2021
8ª remessa
509.800 doses de CoronaVac em 17/3/2021
9ª remessa
86.750 doses da AstraZeneca e 455.800 doses da CoronaVac em 20/3/2021
10ª remessa
116.600 doses de AstraZeneca e 359.000 doses de CoronaVac em 26/3/2021
11ª remessa
73.250 doses de AstraZeneca e 943.400 doses de CoronaVac em 1/4/2021
12ª remessa
257.750 da AstraZeneca e 220.400 da CoronaVac, em 8/4/2021
13ª remessa
426.000 da AstraZeneca e 275.200 da CoronaVac, em 16/4/2021
14ª remessa
316.750 doses da AstraZeneca e 73.800 da CoronaVac, em 23/4/2021
15ª remessa
578.000 doses da AstraZeneca e 11.800 doses da CoronaVac, em 29/4/2021
16ª remessa
30.400 doses da CoronaVac, em 1/5/2021 e 676.250 doses da AstraZeneca, em 3/5/2021
17ª remessa
50.310 doses da Pfizer, em 3/5/2021
18ª remessa
396.500 doses da AstraZeneca, em 6/5/2021 e 100.200 doses da CoronaVac, em 8/5/2021 e 112.434 doses da Pfizer, em 10/5/2021
19ª remessa
422.750 doses da AstraZeneca, em 13/5/2021, e 207.800 doses de CoronaVac
101.600 doses da CoronaVac, em 14/5/2021
20ª remessa
435.500 doses da AstraZeneca, 8.200 doses da CoronaVac e 64.350 doses da Pfizer, em 18/5/2021
21ª remessa
561.750 doses da AstraZeneca e 60.840 doses da Pfizer, em 26/5/2021
22ª remessa
588.500 doses da AstraZeneca, em 2/6/2021
62.010 doses da Pfizer, em 3/6/2021
23ª remessa
237.510 doses da Pfizer, em 8/6/2021
24ª remessa
362.750 doses da AstraZeneca, em 9/6/2021
25ª remessa
235.170 doses da Pfizer e 273.000 doses da CoronaVac, em 18/6/2021
26ª remessa
862.000 doses da AstraZeneca, em 21/6/2021
27ª remessa
346.800 doses da CoronaVac, 281.970 doses da Pfizer, 149.550 doses da Janssen, em 24/6/2021
28ª remessa
624.500 doses da AstraZeneca, em 30/6/2021
Total: 14.074.324 doses
Primeira parcela será paga no quinto dia útil e, a segunda, no dia 20/7; servidores da Saúde e da Segurança recebem pagamento integral em 7/7

Fonte: Agência de Minas foto: Gil Leonardi / Imprensa MG
O Governo de Minas Gerais anunciou, na quarta-feira 30/6, a escala de pagamento de julho, referente ao mês de junho de 2021. A primeira parcela do salário dos servidores, no valor de R$ 2 mil, será depositada no dia 7/7, quinto dia útil, juntamente com o pagamento integral das áreas de Saúde e Segurança Pública. A segunda parcela das demais categorias do funcionalismo será paga no dia 20/7.
A medida reforça o trabalho do Governo do Estado para regularizar as datas de pagamento dos salários dos servidores estaduais, mesmo diante do cenário de crise financeira agravado pela pandemia de covid-19.
“Meu sonho é colocar tudo em dia. Podem ter a certeza de que estamos trabalhando arduamente para equilibrar as contas e arrumar a casa”, afirmou o governador Romeu Zema.
A ITA contemplará em sua malha 35 destinos, incluindo Belo Horizonte e Uberlândia.

Fonte: Agência de Minas foto: BH Airport
Minas Gerais ganhará novas rotas aéreas comerciais com a entrada no mercado da Itapemirim Transportes Aéreos (ITA), companhia aérea do Grupo Itapemirim. O governador Romeu Zema acompanhou, nesta quinta-feira (1/7), a chegada da primeira aeronave ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, vinda de São Paulo/Guarulhos.
O batismo da aeronave ocorreu às 7h57, com o pouso no pátio do Aeroporto de Confins. Até junho de 2022, a ITA contemplará em sua malha 35 destinos, incluindo Belo Horizonte e Uberlândia.
“As novas opções de voos vêm em um ótimo momento, pois sabemos que a atividade do turismo foi muito afetada pela pandemia nesses últimos 18 meses e, com o avanço da vacinação, com certeza haverá recuperação e o setor vai passar por um crescimento muito grande. Esse novo modo de atender o cliente vai contribuir muito para que mais turistas cheguem a Minas Gerais e, com isso, vamos ter a oportunidade de ocupar mais nossos hotéis e toda a cadeia do turismo vai sair ganhando, gerando milhares de empregos”, apontou Romeu Zema.
Os voos da ITA serão feitos por aviões Airbus A320, com capacidade para transportar até 162 passageiros. São 18 assentos a menos em relação à configuração máxima do modelo, com customização para possibilitar mais espaço entre as poltronas, estando todas as fileiras de assentos dentro dos padrões da categoria A do selo Anac de conforto.
O governador também destacou a ampliação da malha aérea como diferencial para atrair mais investimentos a Minas Gerais.
“Concorrência sempre fez bem e quem ganha, no final, é o consumidor. Belo Horizonte precisa ter mais destinos conectados ao Aeroporto de Confins, porque isso significa também atração de investimentos. Quanto maior a malha aérea, maior a possibilidade de vinda de investimentos, aumentando o fluxo de turistas também”, disse.
Para Milena Pedrosa, subsecretária de Turismo da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), a diversificação de voos vai contribuir para estimular que mais pessoas viajem e conheçam o estado.
“A conectividade é importantíssima para o turismo acontecer, principalmente em um estado como Minas Gerais, com tantos atrativos turísticos. Então, mais uma companhia aérea significa mais turistas, mais pessoas chegando a Belo Horizonte, que é nosso hub hoje, mas também, a partir do modal terrestre, será possível fazer uma conexão ainda maior em todo o estado, que tem 853 municípios, contemplando as cidades barrocas, coloniais, além de outros destinos como nossos parques naturais, o Lago de Furnas, dentre outros”, afirmou.
Investimentos
Adilson Furlan, vice-presidente corporativo do Grupo Itapemirim, ressaltou a facilidade que a empresa tem para atuar em termos de ligação de destinos, por trabalhar também com operações rodoviárias no país, anunciando que deverão ser implantadas nove rotas em Minas até o final de 2021.
“Dentro da nossa proposta, de conforto, segurança e conectividade, identificamos a oportunidade para democratizar o acesso e fazer com que os passageiros possam conhecer as cidades históricas de Minas Gerais. Belo Horizonte é uma cidade importante e, à medida que ampliarmos a frota de aeronaves, nossa proposta e estratégia é, sim, aumentar o número de voos aqui. Consequentemente, a conectividade vai proporcionar que a gente traga esse multimodal começando por Minas Gerais. Identificamos nove rotas no estado. A conexão parte do Aeroporto de Belo Horizonte, e, para viabilizar isso, estamos trabalhando em conjunto com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) e com a Secult, porque existem questões regulatórias a serem observadas”, explicou.
Além da nova companhia aérea, o Grupo Itapemirim lançou, recentemente, alternativas no modal terrestre, no qual já opera. Em evento na Cidade Administrativa de Minas Gerais, em fevereiro, foi apresentado o serviço Dream Bus, com perspectiva de inclusão de mais de 30 veículos na frota, totalizando investimentos de aproximadamente R$35 milhões para todo o projeto, até o final de 2021. Inicialmente o serviço está nos ônibus da linha Belo Horizonte-Brasília/ Brasília-Belo Horizonte.
Serão 2,1 milhões de doses da Pfizer/Biontech, 2,8 milhões da AstraZeneca/Fiocruz e 3 milhões da Janssen/Johnson & Johnson
Fonte: R7 foto: Ministério da Saúde/Arquivo
O Ministério da Saúde informou na tarde desta quinta-feira (1º) que vai distribuir 8 milhões de vacinas contra a covid-19 nos próximos três dias. Segundo a pasta, serão 2,1 milhões de doses da Pfizer/Biontech, 2,8 milhões da AstraZeneca/Fiocruz e 3 milhões da Janssen/Johnson & Johnson.
O Brasil ultrapassou na noite de quarta-feira (30) a marca de 100 milhões de doses de vacina contra a covid-19 aplicadas desde o início da campanha de imunização, em 17 de janeiro.
Segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde, 74.354.809 pessoas já receberam a primeira dose da vacina, o que representa 46,47% da população apta a ser imunizada contra a covid-19 (maiores de 18 anos) — o governo ainda não incluiu crianças ou adolescentes na campanha.
Outros 27.121.995 milhões de indivíduos completaram o esquema vacinal (seja com duas doses ou com a vacina de dose única da Johnson & Johnson), o que equivale a 12,72%% da população acima de 18 anos.
Na última semana, o país manteve uma média de 1,4 milhão de doses aplicadas por dia.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, mantém a promessa de vacinar com a primeira dose todos os brasileiros aptos até o fim de setembro.
Campanha
A vacinação ganhou fôlego no Brasil em junho, com entregas de mais de 10 milhões de doses da Pfizer/BioNTech, que estão sendo aplicadas com intervalo de três meses, o que garante um maior número de indivíduos vacinados com a primeira dose neste momento.
Também chegaram ao país 4,8 milhões de doses da vacina da dose única da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson. Deste total, 3 milhões foram doados pelo governo dos Estados Unidos e 1,8 milhão antecipado de um contrato de 38 milhões de doses do Ministério da Saúde.
A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que produz a vacina da AstraZeneca, também tem mantido as entregas, com 12,4 milhões de doses entregues neste mês.
Conep, do Ministério da Saúde, libera uso de voluntários em testes clínicos. Butantan espera liberação da Anvisa para iniciar pesquisa
O Conep (Conselho Nacional de Ética em Pesquisa) autorizou nesta quinta-feira que o Instituto Butantan e a Faculdade de Medicina da USP - Ribeirão Preto começem os testes em humanos da vacina ButanVac, o primeiro fármaco contra a covid-19 100% brasileiro.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou as análises clínicas no dia 9 de junho, mas ainda faltam algumas informações para começar as aplicações das doses nas pessoas inscritas.
A primeira fase dos testes será feita pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão, com 418 voluntários, acima de 18 anos. Cerca de 94 mil pessoas manifestaram interesse em participar da pesquisa e realizaram o pré-cadastro.
Essa etapa tem o objetivo de confirmar a segurança e a dosagem ideal do imunizante. Os voluntários receberão duas doses do fármaco, com o intervalo de 28 dias entre eles. A previsão é que os primeiros resultados saiam em 17 semanas.
De acordo com o Butantan, a primeira fase será a única que o Butantan vai comparar a ButanVac com placebo (produto sem efeito). As outras duas etapas os resultados serão confrontados aos efeitos causados pelas outras vacinas que estão em uso no Brasil.
Como funciona a ButanVac?
A ButanVac começou a ser desenvolvida há um ano. Ela utiliza a mesma tecnologia da vacina da gripe, já fabricada pelo Butantan. O imunizante é feito a partir de um vírus de gripe aviária inativado, chamado Newcastle.
Esse vírus funciona como vetor para transportar a proteína Spike, que é por onde o coronavírus se liga às células humanas. Esse fragmento da proteína Spike instrui o corpo a induzir a resposta imune contra a covid-19.
A nova vacina usará a proteína da variante Gama, de acordo com o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, cepa do coronavírus predominante no país.
Assim como a vacina da gripe, a ButanVac é criada dentro de ovos embrionados, não havendo necessidade de insumos importados. O número e intervalo das doses serão definidos após o fim dos testes clínicos.
Fonte: R7 foto: ALBA SANTANDREAU/EFE - 21.06.2021
Os reiterados descumprimentos das medidas impostas fundamentada a expedição do Mandado de Prisão.

SERRA DO SALITRE (MG) - Na noite de quarta-feira, 30/06, após a equipe policial receber informações da seção de inteligência do 46° BPM sobre a existência de um mandado de prisão em aberto para N.A.F de 30 anos, foi iniciado diligências para capturá-la.
Os militares deslocaram na residência de sua mãe e outros possíveis locais de esconderijo, onde ela foi encontrada.
Segundo a PM a mulher possuí passagens por crimes contra o patrimônio e constantemente é abordada e fiscalizada pelos militares de Serra do Salitre, visto que estava em liberdade condicional.
Os reiterados descumprimentos das medidas impostas fundamentada a expedição do Mandado de Prisão.
A mulher de 30 anos foi presa no bairro Nações e levada para a Delegacia.
Fonte: ASCOM 46º BPM
O fato aconteceu em um bar próximo da Rodoviária

MONTE CARMELO (MG) - Na noite de terça-feira, 29/06, por volta das 23h30min, segundo a vítima estava em seu estabelecimento Comercial “ Bar do Lazáro” próximo da Rodoviária quando ouviu alguém batendo na porta.
A vítima ao abrir a porta foi surpreendida por um homem de cor negra, alto, forte, que disse "perdeu, perdeu", e em ato contínuo o suspeito lhe desferiu um golpe na cabeça com um taco de sinuca e alguns socos na face.
Após a ação delituosa o suspeito fugiu a pé.
No bar foi levado certa quantia em dinheiro e um maço de cigarros da marca Eight.
Os militares realizaram novo contato com a vítima, esta reconheceu o suspeito do roubo.
O jovem de 21 anos foi localizado e conduzido a delegacia de plantão.
Fonte: ASCOM 46º BPM
Os veículos, todos com licenciamentos regulares, e a carga (nota fiscal apresentada) foram liberados.


Com informações e fotos Polícia Rodoviária Estadual e Corpo de Bombeiros
No início da tarde de quarta-feira, 30/06/21, por volta das 12h00minn na BR 352 KM 213, entre os municípios de Lagoa Formosa e Carmo do Paranaíba, os Bombeiros e a Polícia Rodoviária Estadual foram acionados. No local foi observado que havia ocorrido um tombamento envolvendo uma combinação de veículos caminhão-trator M.Benz Actros, cor branca, tracionando os dois semi-reboques SR/Librelato, ambos de cor preta.
Os semi-reboques estavam ocupando parcialmente a pista de rolamento do sentido crescente e a cabine permaneceu no acostamento, ainda acoplada aos dois veículos de carga, todos tombados com o lado esquerdo voltado para o chão.
A carga de café ensacada em "bags" não ficou espalhada pela pista, onde foi necessário, porém, a sinalização do local com o fim de controlar o tráfego de veículos em rodízios, dando preferência aos que deslocavam pelo declive, garantindo, assim, a segurança do trânsito.

Foi necessário trabalho de desencarceramento pela equipe de Bombeiros, tendo após cerca de 40 minutos a vítima, o condutor/vítima, D.M.B., 50 anos, sido liberada e conduzida ao hospital regional em Patos de Minas pela unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros com lesão perna esquerda com suspeita de fratura, lesão interna e escoriações.
Os militares convidaram o condutor a realizar o teste com o aparelho etilômetro e, aceitando fazê-lo, o teste obteve resultado negativo (0,00 mg/l) para a influência de álcool. Também não havia sinais de uso de substância psicoativa que determine dependência.
O condutor/vítima, devidamente habilitado, seguia no sentido Carmo do Paranaíba para Lagoa Formosa/MG e, no declive existente naquele trecho da BR 352, ao iniciar uma curva à direita, perdeu o controle da direção, culminando no tombamento da combinação de veículos carregada com café.
Os veículos, todos com licenciamentos regulares, e a carga (nota fiscal apresentada) foram liberados.
A pista segue sinalizada até a realização dos trabalhos de desobstrução da via por intermédio de serviço de guincho e demais carregamentos manuais do produto que estava sendo transportado.



Pesquisadores também testam o que chamam de intercâmbio de vacinas

Fonte: Agência Brasil Edição: Kleber Sampaio foto:REUTERS/Dado Ruvic/Direitos Reservados
O Ministério da Saúde distribuiu até agora cerca de 130 milhões de doses de quatro tipos de vacina contra covid-19 para todo o país. Quase metade é do imunizante desenvolvido pela universidade inglesa de Oxford com a farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca e fabricado no Brasil pela Fiocruz.
Inicialmente, o intervalo entre as duas doses dessa vacina era de quatro semanas. Logo depois aumentou para três meses. Agora, os pesquisadores de Oxford indicam que pode ser mais vantajoso tomar a segunda dose 11 meses depois da primeira. Os dados preliminares mostram que esse intervalo maior pode aumentar a resposta imunológica até 18 vezes.
O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, comentou sobre a possibilidade de ampliar o intervalo entre as doses e destacou a importância dos estudos, mas que é preciso tomar a segunda dose no tempo estabelecido.
Ele disse que “em países mais pobres a imunização é feita com vários tipos de doações.” Frisou que é preciso respeitar a data da segunda dose anunciada no cartão de vacinação.
Ou seja, apesar das pesquisas, ainda é preciso - e muito importante - tomar a segunda dose da vacina na data indicada no cartão de vacinação. Outros estudos também são conduzidos, por exemplo, para avaliar a possibilidade de concluir o esquema vacinal com uma dose, no caso da Janssen, ou com duas doses nas demais vacinas, e, depois, tomar a terceira dose como reforço. Essa dose poderia ser da mesma vacina ou de outro imunizante.
Intercâmbio de vacinas
Os pesquisadores também testam o que chamam de intercâmbio de vacinas, para aproveitar as diferentes respostas imunológicas provocadas por cada imunizante. Em Oxford, o teste é com a primeira dose da AstraZeneca e a segunda da Pfizer.
Renato Kfouri destacou que, entre os motivos para pesquisas desse tipo, está a vacinação em países mais pobres, que receberão doações de diferentes tipos de imunizante.
É o caso da cidade do Rio de Janeiro. Desde ontem, as gestantes que receberam a primeira dose da AstraZeneca vão receber a segunda da Pfizer. No dia 12 de maio, o Ministério da Saúde decidiu que as grávidas não devem ser vacinadas com a AstraZeneca, devido ao risco de reações adversas.
Vale destacar que as pesquisas conduzidas pela Universidade de Oxford estão em fase inicial. São estudos de segurança e resposta imunológica, e ainda não têm dados sobre eficácia.